13.º Domingo Comum

26 de Junho de 2011

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Povos da terra, cantai hinos, S. Marques, NRMS 55

cf. Salmo 46, 2

Antífona de entrada: Louvai o Senhor, povos de toda a terra, aclamai a Deus com brados de alegria.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

O Senhor chamou por cada um de nós. Respondemos afirmativamente e aqui nos encontramos para O escutar e viver de acordo com o que nos propõe.

Não nos deixemos seduzir pelas tentações do demónio que não quer a nossa união com o Senhor. Nunca duvidemos pois só Ele nos concede a paz e a felicidade que ambicionamos.

 

Oração colecta: Senhor, que pela vossa graça nos tornastes filhos da luz, não permitais que sejamos envolvidos pelas trevas do erro, mas permaneçamos sempre no esplendor da verdade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Como a mulher virtuosa de Sunam também nós devemos saber acolher os outros com gestos de generosidade, compreensão e ajuda.

 

2 Reis 4, 8-11.14-16a

Certo dia, o profeta Eliseu passou por Sunam. 8Vivia lá uma distinta senhora, que o convidou com insistência a comer em sua casa. A partir de então, sempre que por ali passava, era em sua casa que ia tomar a refeição. 9A senhora disse ao marido: «Estou convencida de que este homem, que passa frequentemente pela nossa casa, é um santo homem de Deus. 10Mandemos-lhe fazer no terraço um pequeno quarto com paredes de tijolo, com uma cama, uma mesa, uma cadeira e uma lâmpada. Quando ele vier a nossa casa, poderá lá ficar». 11Um dia, chegou Eliseu e recolheu-se ao quarto para descansar. 14Depois perguntou ao seu servo Giezi: «Que podemos fazer por esta senhora?». Giezi respondeu: «Na verdade, ela não tem filhos o seu marido é de idade avançada». 15«Chama-a» – disse Eliseu. O servo foi chamá-la e ela apareceu à porta. 16aDisse-lhe o profeta: «No próximo ano, por esta época, terás um filho nos braços»

 

A leitura tirada do chamado «ciclo de Eliseu» (2 Re 2, 2-13,21) fala-nos da recompensa dada à mulher sunamita (habitante de Xunem, na planície de Jezrael, na Galileia). Foi o prémio de ter acolhido um profeta por ele ser profeta, «um santo homem de Deus» (v. 9). Foi escolhida para hoje esta leitura com o fim de documentar as palavras de Jesus no Evangelho (Mt 10, 41). A mulher não queria acreditar que viesse a conceber, mas o prodígio veio dar-se (v. 17). A criança havia de vir a morrer e o mesmo profeta havia de, laboriosamente, a fazer regressar à vida (vv. 18-37).

 

Salmo Responsorial    Sl 88 (89), 2-3.16-17.18-19 (R. 2a)

 

Monição: O Senhor é tão bom para connosco! Cantemos agora e sempre a Sua misericórdia.

 

Refrão:        Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor.

 

Ou:               Eu canto para sempre a bondade do Senhor.

 

A palavra do Senhor é recta,

da fidelidade nascem as suas obras.

Ele ama a justiça e a rectidão:

a terra está cheia da bondade do Senhor.

 

Os olhos do Senhor estão voltados para os que O temem,

para os que esperam na sua bondade,

para libertar da morte as suas almas

e os alimentar no tempo da fome.

 

A nossa alma espera o Senhor:

Ele é o nosso amparo e protector.

Venha sobre nós a vossa bondade,

porque em Vós esperamos, Senhor.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Jesus que ressuscitou glorioso também nos ressuscitará após a morte para com Ele vivermos felizes eternamente.

 

Romanos 6, 3-4.8-11

Irmãos: 3Todos nós que fomos baptizados em Jesus Cristo fomos baptizados na sua morte. Fomos sepultados com Ele na sua morte, 4para que, assim como Cristo ressuscitou dos mortos, para glória do Pai, também nós vivamos uma vida nova. 8Se morremos com Cristo, acreditamos que também com Ele viveremos, 9sabendo que, uma vez ressuscitado dos mortos, Cristo já não pode morrer; a morte já não tem domínio sobre Ele. 10Porque na morte que sofreu, Cristo morreu para o pecado de uma vez para sempre; mas a sua vida, é uma vida para Deus. 11Assim, vós também, considerai-vos mortos para o pecado e vivos para Deus, em Cristo Jesus.

 

A ideia central da leitura é que, pelo Baptismo, o cristão rompeu com o pecado. S. Paulo, porém, não baseia a sua argumentação nas promessas e renúncias então feitas, mas vai mais o fundo, apelando para uma razão ontológica, a genuína antropologia cristã: pelo Baptismo deu-se uma união tão profunda com Cristo, que já não faz mais sentido o pecado na vida do cristão, como falsamente alguém poderia deduzir das afirmações anteriores – «uma vez que o pecado se multiplicou, superabundou a graça» (Rom 5, 20) – se, quanto mais se pecar, maior é a graça do perdão, então porque não continuar a pecar? A 1.ª parte de Rom 6 (vv. 1-11) é uma fundamentação teológica da vida em graça e a 2.ª parte (vv. 12-23) é uma veemente exortação a uma decidida renúncia ao pecado e a uma entrega à santificação.

3 «Baptizados em Cristo». A palavra grega, baptizar, significa imergir, mergulhar. O Baptismo por imersão que aqueles primeiros cristãos tinham recebido era um rito que lhes falava muito; o terem sido mergulhados na água do Baptismo era coisa que lhes ficava muito viva na memória. É para isto que S. Paulo apela: tinham sido mergulhados em Cristo; a preposição grega, «eis», significa, de preferência «para dentro de Cristo», isto é, para fazerem um só ser com Ele, para viverem a sua vida. «Baptizados na sua morte»: podemos perguntar por que é que, ao sermos mergulhados em Cristo, foi precisamente na sua Morte que fomos imersos? A razão é-nos dada no v. 10: é que, «pela morte que sofreu, Cristo morreu para o pecado de uma vez para sempre», isto é, morrendo pelos nossos pecados, liquidou definitivamente as contas com o pecado, não tendo que estar mais sujeito às consequências do pecado (sofrimento e morte), nem tendo ainda de o continuar a expiar. Ora o Baptismo, além de nos aplicar a eficácia salvífica da morte de Cristo, tem que representar também para nós uma morte definitiva para o pecado: «sepultámo-nos com Ele, pelo Baptismo, na morte» (v. 4).

4 «Assim como Cristo ressuscitou... também nós caminharemos numa vida nova». No rito do Baptismo por imersão, imediatamente após a imersão na água – gesto que significava a sepultura de Cristo e a morte para o pecado – havia a emersão que por sua vez, significava a saída de Cristo glorioso do túmulo e a ressurreição ou vida nova do cristão; daqui a consequência prática que S. Paulo tira para a nossa vida – «caminharemos numa vida nova». Esta consequência – «considerai-vos mortos para o pecado e vivos para Deus, em Cristo Jesus» (v. 11) vai servir ao Apóstolo de base para uma veemente exortação à luta contra o pecado, a partir do v. 12

 

Aclamação ao Evangelho        1 Ped 2, 9

 

Monição: O Senhor aponta-nos o caminho a seguir. Procuremos viver a Sua Doutrina e seremos salvos.

 

Aleluia

 

Cântico: M. Simões, NRMS 9(II)

 

Vós sois geração eleita, sacerdócio real, nação santa,

para anunciar os louvores de Deus,

que vos chamou das trevas à sua luz admirável.

 

 

Evangelho

 

São Mateus 10, 37-42

Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: 37«Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a Mim, não é digno de Mim. 38Quem não toma a sua cruz para Me seguir, não é digno de Mim. 39Quem encontrar a sua vida há-de perdê-la; e quem perder a sua vida por minha causa, há-de encontrá-la. 40Quem vos recebe, a Mim recebe; e quem Me recebe, recebe Aquele que Me enviou. 41Quem recebe um profeta por ele ser profeta, receberá a recompensa de profeta; e quem recebe um justo por ele ser justo, receberá a recompensa de justo. 42E se alguém der de beber, nem que seja um copo de água fresca, a um destes pequeninos, por ele ser meu discípulo, em verdade vos digo: não perderá a sua recompensa».

 

O texto evangélico de hoje pertence ao final de uma série de instruções aos discípulos para o exercício da sua missão apostólica (Mt 10, 16-42); nestes versículos sobressaem a radicalidade no seguimento sem meias tintas (vv. 37-39) e a identificação com o Mestre (vv. 40-42)

37 «Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim...» Note-se que Jesus não se coloca simplesmente no plano de qualquer rabi seu contemporâneo a exigir dos seus discípulos (talmidîm) os mesmos serviços que se deviam prestar aos pais, ou ainda mais. As palavras de Jesus apelam para uma radicalidade de um amor que só é devido a Deus, mais acentuada ainda no texto paralelo de Lucas (14, 26-27). Só um homem que é Deus poderia falar assim com verdade. De qualquer modo, não existe nenhuma oposição entre o amor a Deus e à família, entre o primeiro e o quarto mandamento. O que Jesus exige é uma recta ordem no amor; por isso, não é lícito pôr o amor dos pais e dos filhos antes ou acima do amor de Deus.

38-39 «Quem não toma a sua cruz para Me seguir». A cruz era um suplício mortal. Tomar a cruz significa renunciar à vida, uma renúncia total como a daquele que voluntariamente caminha para a morte, para o sacrifício total. A sua cruz significa a cruz – exigências e renúncias – que Deus pede concretamente a cada um, pois a uns exige mais do que a outros, porque também lhes dá mais. Mas a renúncia cristã não é algo negativo, é exigência libertadora, uma condição – «para Me seguir» ˚– para «encontrar a vida», uma forma semítica de dizer que, por oposição a «perder a vida», significa garantir a vida, salvá-la. Quem quiser salvar a todo o custo a sua vida terrena, negando a Cristo ou satisfazendo os seus gostos à margem da vontade de Deus, esse perderá a vida eterna; pelo contrário, quem sacrificar a sua vida terrena por Cristo tem garantida a vida eterna. Esta bem-aventurança dirige-se num sentido eminente aos mártires, mas também é para todos os que, no dia a dia, se esquecem de si e entregam a sua vida, servindo a Deus e ao próximo por amor de Deus.

 

Sugestões para a homilia

 

Vivamos a Palavra do Senhor

Imitemos os santos

Cumpramos a missão que nos foi confiada

Vivamos a Palavra do Senhor

Diz-nos São Paulo na Segunda Leitura: «Se morremos com Cristo acreditamos que também com Ele viveremos».

Viver com o Senhor para sempre no Céu é o que mais ambicionamos. Mas, para que se concretize este nosso desejo, temos de viver com Ele durante a nossa vida terrena. Procuremos em cada dia evitar o mal e praticar o bem. Rezemos muito para nos unirmos ao Senhor, servindo-O nos irmãos.

No nosso tempo há tanta miséria e pobreza envergonhada à espera de uma ajuda necessária e urgente… As crianças maltratadas, os jovens dependentes da droga, os idosos abandonados, as pessoas angustiadas e em sofrimento precisam de protecção, ajuda, compreensão e amor…

Os gestos de caridade não ficam sem recompensa. A Primeira Leitura recorda-nos que a mulher de Sunam foi recompensada com o dom da maternidade por ter sabido acolher o Profeta Eliseu. O Evangelho diz-nos que se alguém oferecer um copo de água a quem tem sede não perderá a sua recompensa…

Imitemos os santos

Ao olharmos para o passado recordamos tantas e tantas pessoas que passaram a vida a fazer mal aos outros com perseguições, ódios, vinganças, atentados, raptos, assassínios, guerras…Onde viverão hoje esses monstros?! Por que não aproveitaram a vida para ganharem méritos a fim de serem felizes para sempre?... Ai se eles pudessem regressar ao mundo e começar uma vida nova! Como tudo seria diferente!

Pelo contrário, quando queremos viver unidos ao Senhor, sendo perfeitos como Ele deseja, pedimos ajuda àqueles que viveram no mundo permanecendo sempre fiéis. Souberam praticar o bem ajudando, amando, indo ao encontro dos outros para os proteger e defender, promovendo sempre a paz, preparando assim a felicidade eterna do Céu. Hoje vivem felizes, intercedendo por nós ao Senhor.

Cumpramos a missão que nos foi confiada

O Senhor também conta connosco para que seja conhecido e amado na Terra. Quando todos cumprirem a Sua vontade o mundo tornar-se-á num oásis de felicidade permanente.

Não desanimemos. Não sejamos pessimistas dizendo que o mundo está cada vez pior. Se cada pessoa fizer apostolado na família, na Igreja, na sociedade o mundo voltará a ser bom.

Confiemos na intercessão dos anjos e dos santos. Com a bênção maternal de Maria Santíssima cumpriremos a missão que o Senhor nos confiou.

 

 

Oração Universal

 

Irmãos, oremos a Deus Omnipotente

e imploremos a Sua misericórdia,

dizendo confiadamente:

Escutai, Senhor, a nossa oração.

 

1.     Pelo Santo Padre, Pastor universal da Santa Igreja,

pelos Bispos, Sacerdotes e Religiosos fiéis à sua vocação

e pelos Diáconos, Catequistas e Leigos que se dedicam ao apostolado,

oremos, irmãos.

 

2.     Pelos governantes que servem o povo que os elegeu,

pelos voluntários que dedicam a vida aos outros

e pelos homens de boa vontade que trabalham pela paz no mundo,

oremos, irmãos.

 

3.     Pelos esposos que se amam como Cristo ama a Igreja,

pelos pais que acolhem os filhos como dom de Deus

e pelos filhos eternamente gratos a seus pais,

oremos, irmãos.

 

4.     Pelas crianças que enchem o mundo de beleza e encanto,

pelos jovens a prepararem um futuro melhor

e pelos adultos que trabalham pelo progresso da humanidade,

oremos, irmãos.

 

5.     Pelos doentes que precisam de ajuda e acompanhamento,

pelos marginalizados que desejam a reintegração social

e pelos idosos que nos ensinam com sabedoria,

oremos, irmãos.

 

6.     Pelos familiares falecidos mas sempre vivos em nosso coração,

pelos amigos que partiram à frente para a Casa do Pai

e pelas almas que se purificam no Purgatório a caminho do Céu,

oremos, irmãos.

 

Senhor nosso Deus e nosso Pai,

dignai-vos atender estas súplicas

e, por intercessão da Virgem Santa Maria,

concedei-nos o que for melhor para nós.

Por N. S. J. C. Vosso Filho que é Deus Convosco

na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Cantai alegremente, M. Luís, NRMS 38

 

Oração sobre as oblatas: Senhor nosso Deus, que assegurais a eficácia dos vossos sacramentos, fazei que este serviço divino seja digno dos mistérios que celebramos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

Santo: Santo I, H. Faria, NRMS 103-104

 

Monição da Comunhão

 

Jesus Eucaristia convida-nos a recebê-l’O na Sagrada Comunhão, se estamos devidamente preparados.

Aproveitemos este momento para O adorar, para O louvar, para Lhe agradecer e para Lhe pedir as graças que desejamos alcançar.

 

Cântico da Comunhão: Quero amar-Te, meu Jesus, H. Faria, NRMS 46

Salmo 102, 1

Antífona da comunhão: A minha alma louva o Senhor, todo o meu ser bendiz o seu nome santo.

 

Ou

cf. Jo 17, 20-21

Pai santo, Eu rogo por aqueles que hão-de acreditar em Mim, para que sejam em Nós confirmados na unidade e o mundo acredite que Tu Me enviaste.

 

Cântico de acção de graças: Povos batei palmas, C. Silva, NRMS 48

 

Oração depois da comunhão: Concedei-nos, Senhor, que o Corpo e o Sangue do vosso Filho, oferecidos em sacrifício e recebidos em comunhão, nos dêem a verdadeira vida, para que, unidos convosco em amor eterno, dêmos frutos que permaneçam para sempre. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

O Senhor vai connosco para nos animar a dar testemunho d’Ele sempre e em toda a parte. Contemos com a ajuda dos santos e com a bênção maternal de Maria Santíssima para que nos conceda uma boa semana, um feliz e santo domingo.

 

Cântico final: Cantai ao Senhor, um cântico novo, J. Santos, NRMS 36

 

 

Homilia FeriaL

 

13ª SEMANA

 

2ª Feira, 27-VI: O Senhor quer apoiar-se em nós.

Gen 18, 16-33 / Mt 8, 18-22

Se encontrar cinquenta justos dentro da cidade de Sodoma, perdoarei por causa deles a toda essa terra.

«Tendo acreditado em Deus, caminhando na sua presença e, em aliança com Ele, o coração de Abraão fica em sintonia com a compaixão do Senhor pelos homens (Leit.)» (CIC, 2571). Sendo mais santos, conquistaremos o coração de Deus para o perdão.

Muitos desejam igualmente seguir Cristo, mas impõem condições: «deixa-me ir primeiro sepultar meu pai» (Ev.). Para serem um bom apoio, «os cristãos podem esforçar-se por proceder com amor, confirmando os seus pensamentos, palavras e acções com os sentimentos de Jesus e seguindo os seus exemplos» (CIC, 1694).

 

3ª Feira, 28-VI: Olhos postos no Senhor.

Gen 19, 15-29 / Mt 8, 23-27

Disse-lhes Jesus: Por que estais assustados, homens de pouca fé?

Apesar do convívio habitual com Jesus, para quem nada é impossível, os discípulos preocupam-se mais com as dificuldades, quando a tempestade aumenta (Ev.). Se tivermos Jesus mais presente no nosso dia, através da oração, ficaremos mais unidos a Ele e manter-nos-emos firmes no nosso caminho. Se deixarmos de olhar para Ele, assustar-nos-emos com as dificuldades.

A mulher de Lot não confiou no pedido do Anjo, olhou para trás e «transformou-se numa estátua de sal» (Leit.). Vivamos o nosso dia com olhos postos no Senhor.

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:         Aurélio A. Ribeiro

Nota Exegética:                    Geraldo Morujão

Homilia Ferial:                      Nuno Romão

Sugestão Musical:                Duarte Nuno Rocha

 


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