5º
Domingo Comum
06 de Fevereiro de 2005 *
RITOS INICIAIS
Cântico de entrada: Vinde, prostremo-nos em terra, Az. Oliveira, NRMS 48
Salmo 94,
6-7
Antífona de entrada: Vinde, prostremo-nos em terra, adoremos o Senhor que
nos criou. O Senhor é o nosso Deus.
Introdução ao espírito da Celebração
Muitas pessoas imaginam que ser cristão – fazer parte
da Igreja – é apenas um problema individual, como quem entre num transporte
para se dirigir a qualquer localidade.
O Senhor ensina-nos, na liturgia da Palavra deste 5.º
Domingo do Tempo Comum, que fomos baptizados para entrarmos numa família – a
família dos filhos de Deus – e, nos transformarmos em luz e sal que ajude as
outras pessoas.
Preparemo-nos para celebrar dignamente estes sagrados
mistérios, reconhecendo que somos pecadores e pedindo perdão dos nossos
pecados.
Oração colecta: Guardai, Senhor, com paternal bondade a vossa
família; e, porque só em Vós põe a sua confiança, defendei-a sempre com a vossa
protecção. Por Nosso Senhor...
Liturgia da Palavra
Primeira Leitura
Monição: A verdadeira religião mede-se, não apenas pela reza
de muitas orações e discursos cheios de beleza sobre o cristianismo, mas pelo
amor em obras para com os oprimidos e necessitados.
A recomendação de Isaías é também para todos nós e
convida-nos a um profundo exame de consciência sobre esta verdade.
Isaías 58,
7-10
7Eis o
que diz o Senhor: «Reparte o teu pão com o faminto, dá pousada aos pobres sem
abrigo, leva roupa ao que não tem que vestir e não voltes as costas ao teu
semelhante. 8Então a tua luz despontará como a aurora e as tuas
feridas não tardarão a sarar. Preceder-te-á a tua justiça e seguir-te-á a
glória do Senhor. 9Então, se chamares, o Senhor responderá, se O
invocares, dir-te-á: ‘Aqui estou’. Se tirares do meio de ti a opressão, os
gestos de ameaça e as palavras ofensivas, 10se deres do teu pão ao
faminto e matares a fome ao indigente, a tua luz brilhará na escuridão e a tua
noite será como o meio-dia».
7 Há uma grande afinidade deste texto com as obras de misericórdia, proclamadas por Jesus na descrição do juízo final (Mt 25, 31-46). Assim esta passagem isaiana prepara e de algum modo antecipa a moral evangélica.
8-10 À prática da caridade são prometidas as maiores vantagens: «a tua luz» (vv. 8 e 10) parece referir-se à prosperidade que acompanhará quem for generoso no exercício da caridade.
Salmo Responsorial Salmo 111 (112), 4-5.6-7.8a e 9 (R. 4a
ou Aleluia)
Monição: O salmo 111 canta o louvor do justo que vive e
pratica a caridade para com o seu próximo. Façamos dele a nossa oração: PARA O
HOMEM RECTO BRILHARÁ UMA LUZ NO MEIO DAS TREVAS.
Refrão: Para o homem recto
nascerá uma luz no meio das trevas.
Ou: Aleluia.
Brilha aos homens rectos, como luz nas trevas,
o homem misericordioso, compassivo e justo.
Ditoso o homem que se compadece e empresta
e dispõe das suas coisas com justiça.
Este jamais será abalado;
o justo deixará memória eterna.
Ele não receia más notícias:
seu coração está firme, confiado no Senhor.
O seu coração é inabalável, nada teme;
reparte com largueza pelos pobres,
a sua generosidade permanece para sempre
e pode levantar a cabeça com altivez.
Segunda Leitura
Monição: A proclamação da mensagem cristã feita por S. Paulo
aos Coríntios apoia-se na força da própria mensagem do Evangelho, e não na sua
eloquência um figura imponente.
Anunciemos com simplicidade e coragem a Boa Nova, com
a certeza de que a eficácia da evangelização vem de Deus, pela Sua Palavra.
Coríntios
2, 1-5
1Quando
fui ter convosco, irmãos, não me apresentei com sublimidade de linguagem ou de
sabedoria a anunciar-vos o mistério de Deus. 2Pensei que, entre vós,
não devia saber nada senão Jesus Cristo, e Jesus Cristo crucificado. 3Apresentei-me
diante de vós cheio de fraqueza e de temor e a tremer deveras. 4A
minha palavra e a minha pregação não se basearam na linguagem convincente da
sabedoria humana, mas na poderosa manifestação do Espírito Santo, 5para
que a vossa fé não se fundasse na sabedoria humana, mas no poder de Deus.
Muitos exegetas querem ver estas considerações de S. Paulo sobre a natureza e o modo da sua pregação ditadas pela amarga experiência do fracasso de Atenas, pregação que ele ali tanto tinha cuidado, servindo-se dos seus extraordinários recursos oratórios e até da sua cultura profana, com a citação de autores pagãos (Act 17, 28). Chega de Atenas a Corinto, desiludido com os sábios do Areópago e com a sabedoria humana em consequência dos reduzidíssimos frutos daquela pregação. A própria experiência tinha-o tornado ainda mais humilde «cheio de fraqueza e de temor e a tremer deveras» (v. 3), pregando, é certo, com grande ardor, mas não baseado nos seus recursos pessoais, «na linguagem convincente da sabedoria» (v. 4), mas no «poder de Deus» (v. 5). O êxito de S. Paulo em Corinto foi este apoiar-se em Deus e o falar com toda a clareza e sem complexos, de «Jesus Cristo crucificado» (v. 2), do escândalo e da loucura da Cruz. (cf. 1 Cor 1, 23).
Aclamação ao Evangelho Jo 8, 12
Monição: Vivemos para servir, como luz do mundo e sal da
terra. Manifestemos a nossa alegria por tão honrosa missão, cantando Aleluia.
Aleluia
Eu sou a luz do mundo, diz o Senhor:
quem Me segue terá a luz da vida.
Cântico: Az. Oliveira, NRMS 36
Evangelho
São Mateus
5, 13-16
13Naquele
tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Vós sois o sal da terra. Mas se ele
perder a força, com que há-de salgar-se? Não serve para nada, senão para ser
lançado fora e pisado pelos homens. 14Vós sois a luz do mundo. Não
se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; 15nem se acende
uma lâmpada para a colocar debaixo do alqueire, mas sobre o candelabro, onde
brilha para todos os que estão em casa. 16Assim deve brilhar a vossa
luz diante dos homens, para que, vendo as vossas boas obras, glorifiquem o
vosso Pai que está nos Céus».
Este texto aparece na continuação da proclamação das bem-aventuranças e constitui como que um corolário delas e a sua aplicação (os vv. 11-12 já eram uma primeira aplicação aos ouvintes da 8ª bem-aventurança): na medida em que os discípulos viverem o espírito das bem-aventuranças, assim eles serão «sal da terra» e «luz do mundo» (é este o lema para a XVII Jornada Mundial da Juventude em Toronto; ver a mensagem do Papa). Neste texto não se vê uma referência ao mandato de anunciar o Evangelho com a pregação (cf. Mt 28, 19-20; Mc 16, 15.20), mas sim ao testemunho de vida – «vendo as vossas boas obras (v. 16) – que todos os discípulos têm de dar. As metáforas do sal e da luz são de si muito expressivas. O «sal» preserva da corrupção e dá gosto aos alimentos, mas sem chamar a atenção com a sua presença. O sal então usado na Palestina era em geral extraído de jazigos de sal gema a SW do Mar Morto e, quando era menos puro, vinha misturado com argila; a humidade facilmente o podia diluir, deixando ficar restos de terra dessorada que só servia para se deitar fora. Os discípulos são «luz» enquanto devem, como «filhos da luz» (1 Tes 5, 5), reflectir Cristo, «luz do mundo» (Jo 1, 4-5.9; 3, 19-21; 8, 12; 9, 5; 12, 35-36.46).
Sugestões para a homilia
Viver a comunhão com os irmãos
Sal da terra e luz do mundo, pela caridade
Viver a comunhão com os irmãos
Os problemas das pessoas não mudam radicalmente de
uns tempos para outros, porque o homem é sempre o mesmo, com as suas riquezas e
também com as más tendências.
Não a um
cristianismo individualista. Isaías
lamenta que o Povo de Deus se tenha refugiado numa falsa piedade e abandonado o
respeito e o amor ao próximo.
Por isso, O profeta sente-se urgido a pregar: «Eis
o que diz o Senhor: 'Reparte o pão com o faminto, dá pousada aos pobres sem
abrigo, leva roupa a quem viste andar despido e não voltes as costas ao teu
semelhante'.»
Uma tentação que nos acompanha constantemente é a de
fugir ao que custa. Num primeiro momento, procuramos encontrar desculpas, para
gozar de uma falsa paz.
Depois, entra a rotina neste modo de ser. Ficamos apenas
em práticas de religiosidade e fugimos daquilo que exige de nós sacrifício.
Fechamo-nos numa religiosidade individual, como se
cada um de nós fosse uma ilha isolada no mar imenso da humanidade.
Abrir o
coração. É preciso regressar quanto
antes ao bom caminho, vivendo a comunhão com as outras pessoas, sobretudo as
mais carenciadas.
Tem este sentido a promessa de Isaías: «Então, a
tua luz despontará como a aurora, e as tuas chagas não tardarão a sarar. A tua
justiça andará à tua frente, e atrás de ti, a glória do Senhor.»
Muitas vezes sentimos dificuldades em progredir na
santidade pessoal, em corrigir os nossos defeitos e vencer as tentações. Talvez
isto aconteça, porque falta à nossa piedade a dimensão horizontal.
O Senhor chamou-nos fazer parte duma família – a dos
filhos de Deus – e só nesta condição nos podemos santificar: preocupando-nos
com os outros, alargando o círculo das nossas amizades, ajudando-nos mutuamente
a caminhar sem que ninguém fique para trás.
Ouvidos por
Deus na medida em que ouvirmos os outros. A eficácia da nossa oração está também condicionada por este estilo de
vida. Deus voltar-Se-á para nós, quando orarmos, na medida em que voltarmos
para os outros, sendo sensíveis às suas carências e dificuldades. «Então, se
chamares, o Senhor responderá, se apelares para ele, dir-te-á: 'Estou aqui'»
Sal da terra e luz do mundo, pela
caridade
Quando lemos no Evangelho que o discípulo de Jesus
Cristo é sal da terra e luz do mundo, restringimos a nossa vocação e missão a
anunciar as verdades da fé.
Há, de facto, uma grande carência de doutrina nas
pessoas, mas há também uma grande carência de Amor.
Sal da
terra. A nossa vocação é dar gosto
às actividades mais rotineiras, saber e ajudar os outros a descobrir o brilho
divino que há nas coisas mais comuns.
Só o amor a Deus, vivido na caridade para com os
outros nos transforma neste sal. As pessoas já não se convencem com palavras
sonantes, com belas ideias. «Aquilo que tu és grita tão alto, que não ouço o
que tu dizes.» (Teixeira de Pascoais).
Voltamos ao profeta Isaías: «Se afastares do meio
de ti a opressão, os gestos de ameaça e as palavras ofensivas se deres do teu pão ao faminto e matares a
fome ao indigente, a tua luz brilhará na escuridão e a tua noite ficará como o meio-dia.»
Para que serviria o nosso cristianismo, se o não
procurássemos viver com toda a exigência, com amor? «Mas, se o sal perder o
sabor, com que há-de ele salgar-se? Já não serve para nada; só presta para se
deitar fora e ser pisado pelos homens.»
Não encontraremos aqui alguma explicação para a falta
de interesse de algumas pessoas pelo cristianismo?
Luz do mundo. Somos enviados a ser luz, anunciando a
Palavra Deus. Disse Jesus: «1 de pelo mundo inteiro e anunciai a Boa a todos
os povos.» Os primeiros cristãos entenderam perfeitamente este mandato. Só
depois, com o cansaço que vem ao longo da caminhada, se começou a pensar que a
evangelização é encargo apenas de alguns privilegiados.
Faz-nos estremecer a Palavra de Jesus Cristo: «Não
se pode esconder uma cidade situada num monte, nem se acende uma lâmpada para
se pôr debaixo do alqueire, mas no candelabro, onde brilha para todos os que
estão em casa.»
Mas seremos luz também – e de modo indispensável – pelo bom exemplo que damos, pela seriedade
coerente com que levamos as tarefas de cada dia, na família, no trabalho, nas
amizades. Quando fala da necessidade de espalhar luz, o mestre fala também das
nossas boas obras.
Ano da Eucaristia. Neste Ano a Eucaristia, procuremos
conduzir as pessoas à Eucaristia Dominical, e ajudemo-las a participar nela de
modo que participem activamente na Celebração.
Para que recomecem de verdade uma vida cristã, terão
necessidade de recorrer diligentemente ao Sacramento da Reconciliação e
Penitência.
Que Nossa Senhora nos ajude e ensine a sermos cada
vez mais sal da terra e luz do mundo.
Oração Universal
Oremos, irmãos, cheios de fé, ao nosso Pai do Céu,
por mediação de Nosso Senhor Jesus Cristo,
que nos entregou a grandiosa missão de sermos
luz do mundo e sal da terra para ajudar as pessoas.
Digamos confiantes: Santificai, Senhor, a Vossa Igreja.
1. Para que o
Santo Padre seja para todos nós
o sal e a luz que nos faz verdadeiros
discípulos
e testemunhas da Igreja diante das
outras pessoas,
oremos, irmãos.
Santificai,
Senhor, a Vossa Igreja.
2. Para que o
nosso Bispo e seus cooperadores
nos oriente com a doutrina do
Evangelho,
para que a levemos também às outras
pessoas,
oremos, irmãos.
Santificai,
Senhor, a Vossa Igreja.
3. Para que os
cristãos do mundo inteiro
sintam a responsabilidade de serem, de
verdade, sal e luz,
iluminando os caminhos da vida com a
luz de Cristo,
oremos, irmãos.
Santificai,
Senhor, a Vossa Igreja.
4. Para que os
pais e mães de família sejam no lar
a luz de que os filhos necessitam na
vida,
e o sal que o ajude a encontrar o
gosto de viver,
oremos, irmãos.
Santificai,
Senhor, a Vossa Igreja.
5. Para que a
Universidade Católica Portuguesa
seja compreendida e ajudada na missão
de evangelizar a cultura no nosso
país,
oremos, irmãos.
Santificai,
Senhor, a Vossa Igreja.
6. Para que
todos os fiéis defuntos que se purificam,
pela mediação de Nossa Senhora, Mãe da
Igreja,
gozem, quanto antes, da felicidade
eterna do Céu,
oremos, irmãos.
Santificai,
Senhor, a Vossa Igreja.
Senhor, que ao chamar-nos à Vossa Igreja,
Fizestes de nós a luz do mundo e o sal da terra:
Ajudai-nos a cumprir com generosidade esta missão,
Para que a nossa vida seja toda para a Vossa glória.
Por Nosso senhor Jesus Cristo, Vosso Filho,
Que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo.
Liturgia Eucarística
Cântico do ofertório: Atei os meus braços, M. Faria, NRMS 9 (II)
Oração sobre as oblatas: Senhor nosso Deus, que criastes o pão e o vinho para
auxílio da nossa fraqueza concedei que eles se tornem para nós sacramento de
vida eterna. Por Nosso Senhor...
Santo: M. Simões, NRMS 50-51
Saudação da Paz
Ponhamos de lado os nossos caprichos e questões, para
vivermos em verdadeira paz.
Com esta disposição interior,
Saudai-vos
na paz de Cristo!
Monição da Comunhão
Depois da luz que nos trouxe a Palavra de Deus,
precisamos deste Alimento divino que é a santíssima Eucaristia, para
transformarmos em vida o que aprendemos.
Comunguemos, pois, com as necessárias disposições.
Cântico da Comunhão: Em Vós, Senhor, está a fonte da vida, Az. Oliveira, NRMS 67
Salmo 106,
8-9
Antífona da comunhão: Dêmos graças ao Senhor pela sua misericórdia, pelos
seus prodígios em favor dos homens, porque Ele deu de beber aos que tinham sede
e saciou os que tinham fome.
Ou: Mt 5,
5-6
Bem-aventurados os que choram, porque serão
consolados. Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão
saciados.
Cântico de acção de graças: A toda a hora bendirei o Senhor, M. Valença, NRMS 60
Oração depois da comunhão: Deus de bondade, que nos fizestes participantes do
mesmo pão e do mesmo cálice, concedei que, unidos na alegria e no amor de
Cristo, dêmos fruto abundante para a salvação do mundo. Por Nosso Senhor...
Ritos Finais
Monição final
Levamos para a semana que agora começa uma missão
importante que se concretiza em dois aspectos que se completam: ser sal da
terra e luz do mundo.
Cântico final: Ficai connosco, Senhor, M. Borda, NRMS 43
Homilias Feriais
5ª SEMANA
2ª feira, 7-II: Cinco Chagas de Cristo: 'Apalpar' o
amor de Deus.
Is 53, 1-10
/ Jo 19, 28-37
Disse a Tomé:... aproxima a tua mão e
mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas fiel.
A festa das Cinco Chagas do Senhor recorda-nos que
Ele sofreu este castigo por causa dos nossos pecados: «a morte redentora de
Jesus deu cumprimento sobretudo à profecia do 'Servo sofredor' (Leit. do dia).
O próprio Jesus apresentou o sentido da sua vida e da sua morte à luz do Servo
sofredor» (CIC, 601).
Jesus convida-nos a aproximar-nos d'Ele para
'apalparmos' o seu amor por nós (cf. Ev.): «Acorre perseverantemente ao
Sacrário, de modo físico ou com o coração, para te sentires seguro, para te
sentires sereno: mas também para te sentires amado... e para amar» (Forja,
837).
3ª feira, 8-II: A dignidade do homem.
Gen 1,
20-2, 4 / Mc 7, 1-13
Disse Deus: Façamos o homem à nossa
imagem, à nossa semelhança.
O relato da criação inteira e do homem em particular
(cf. Leit.), constitui uma manifestação do amor de Deus.
O homem foi dotado de uma extraordinária dignidade:
feito à imagem e semelhança de Deus, Senhor da criação... (cf. Leit.). E essa
dignidade alcançou o ponto mais elevado com a Encarnação de Cristo: «A natureza
humana nele assumida, não absorvida, foi elevada também a uma dignidade sem
igual. Com efeito, pela sua Encarnação, o Filho de Deus uniu-se de algum modo a
todo o homem. Trabalhou com mãos humanas, agiu com vontade humana, amou com
coração humano» (Gaudium et spes, 22).
Celebração e Homilia: Fernando Silva
Nota
Exegética: Geraldo Morujão
Homilias
Feriais: Nuno Romão
Sugestão Musical: Duarte Nuno Rocha