Nossa
Senhora do Rosário de Fátima
13 de Maio de 2006
RITOS INICIAIS
Cântico
de entrada: Glória da humanidade, A. Cartageno, NRMS 101
cf. Hebr 4, 16
Antífona
de entrada: Vamos confiantes ao
trono da graça e alcançaremos misericórdia do Senhor. Aleluia.
Diz-se o Glória.
Introdução ao
espírito da Celebração
S. Afonso Maria de Ligório ensina: É verdade que o santo sacrifício da Missa
só pode ser oferecido a Deus. É oferecido em primeiro lugar para reconhecer o
Seu soberano domínio sobre todas as coisas. Isto porém não impede, como ensina
o Concilio de Trento, que se possa, ao mesmo tempo, oferecê-l'O
para Lhe agradecer as graças concedidas aos Santos bem como à Sua divina Mãe a
fim de que, fazendo memória deles, obtenhamos a sua intercessão junto de Deus.
Assim participamos na
Missa para maior glória de Deus, para a maior alegria de Nossa Senhora e para alcançar
auxílios nas nossas necessidades espirituais e temporais.
Oração
colecta: Deus de infinita
bondade, que nos destes a Mãe do vosso Filho como nossa Mãe, concedei-nos que,
seguindo os seus ensinamentos e com espírito de verdadeira penitência e oração,
trabalhemos generosamente pela salvação do mundo e pela dilatação do reino de
Cristo. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
Liturgia da
Palavra
Primeira Leitura
Monição: Maria, membro eminente inteiramente singular
da Igreja, seu tipo e exemplar perfeitíssimo na fé e na caridade (L.G. nº 53)
foi levada ao céu em corpo e alma (L.G. nº 59).
Lá se encontra a
Igreja triunfante e gloriosa convivendo plenamente com a Trindade Santíssima
sem a menor sombra de mal nem dor.
Apocalipse 21, 1-5a
1Eu, João, vi um novo céu e uma nova terra,
porque o primeiro céu e a primeira terra tinham desaparecido, e o mar já não
existia. 2Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do
Céu, da presença de Deus, bela como noiva adornada para o seu esposo. 3Do
trono ouvi uma voz forte que dizia: «Eis a morada de
Deus com os homens. Deus habitará com os homens: eles serão o seu povo e o
próprio Deus, no meio deles, será o seu Deus. 4Ele enxugará todas as
lágrimas dos seus olhos nunca mais haverá morte, nem
luto, nem gemidos, nem dor, porque o mundo antigo desapareceu». 5aDisse
então Aquele que estava sentado no trono: «Vou renovar todas as coisas».
1 «Um novo Céu e uma nova Terra». Designação de todo o Universo novo, isto é, renovado (isto significa o adjectivo grego original). Esta renovação visa, sem dúvida, o aspecto moral: renovação que indica, primariamente, a supressão do pecado. Não parece estar excluída também uma renovação física, sobretudo tendo em conta o que se diz em 2 Pe 3, 10-13 e Rom 8, 19-22. A expressão é tirada de Is 65, 17; 66, 22. O que se passará com o Universo no fim dos tempos, em concreto, continua sendo um mistério (cfr. Gaudium et Spes, n.º 139). De qualquer modo, a renovação de que se fala é de ordem sobrenatural e misteriosa e não aquela que é fruto dum simples processo evolutivo natural.
2 «A nova Jerusalém»: uma imagem da Igreja, a Esposa do Cordeiro (vv. 9-10): a noiva adornada para o Seu esposo. Também S. Paulo chama a Igreja «a Jerusalém lá do alto, que é nossa Mãe» (Gal 4, 26). Também é frequente, na Tradição cristã, inclusive na Liturgia, como sucede no dia 13 de Maio, acomodar esta simbologia a Nossa Senhora, a Esposa do Espírito Santo, Mãe e modelo da Igreja.
Salmo Responsorial Jd 13, l8bcde. 19-20a. 20c (R. 15,
10d)
Monição: Maria, a bendita de todas as mulheres, é a
nossa advogada, auxiliadora, socorro e medianeira (L.G. n.º 62). É a nossa mãe.
Aclamemo-l'A.
Refrão: Tu
és a honra do nosso povo.
Ou: Aleluia.
Bendita sejas, minha
filha, pelo Deus Altíssimo,
mais do que todas as mulheres da terra
e bendito seja o Senhor nosso Deus,
criador do céu e da terra.
Ele enalteceu de tal
forma o teu nome
que nunca mais deixarão os homens
de celebrar os teus louvores
e recordarão eternamente o poder de Deus.
Não poupaste a vida
perante a humilhação da nossa raça,
mas evitaste a nossa ruína,
caminhando com rectidão na presença do nosso Deus.
Aclamação ao
Evangelho Lc 1, 45
Monição: Cristo disse do alto da Cruz: Senhora eis o
Teu filho. E com tais palavras abriu, de um modo novo, o Coração da Sua Mãe
(João Paulo II em Fátima).
Aleluia
Cântico: J. Duque, NRMS 21
Bendita sejais, ó
Virgem Maria,
que acreditastes na palavra do Senhor.
Evangelho
São João 19, 25-27
25Naquele tempo,
estavam junto à cruz de Jesus sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. 26Ao ver sua Mãe e o
discípulo predilecto, Jesus disse a sua Mãe: «Mulher, eis o teu filho». 27Depois
disse ao discípulo: «Eis a tua Mãe». E, a partir daquela hora, o discípulo
recebeu-a em sua casa.
Repare-se na solenidade deste relato: é uma cena central entre as cinco passadas no Calvário; a Virgem Maria é mencionada 6 vezes em 3 versículos; há o recurso a uma «fórmula solene de revelação» (ao ver… disse… eis… ). Isto deixa ver que não se trata dum simples gesto de piedade filial de Jesus para com sua Mãe, para não a deixar ao desamparo, mas que o Evangelista lhe atribui um significado simbólico profundo: chegada a hora de Jesus, é a hora de Ela assumir (cf. Jo 2, 4) o seu papel de nova Eva (cf. Gn 3, 15) na obra redentora; por outro lado, Ela é a mulher que simboliza a Igreja (cf. Ap 12, 1-18), a mãe dos discípulos de Jesus, representados no discípulo amado, que a acolheu como coisa sua. A tradução mais corrente deste inciso (seguida pela tradução litúrgica) é: «recebeu-a em sua casa», mas esta forma de tradução empobrece de modo notável o rico sentido originário da expressão grega «élabon eis tà idía», uma expressão usada mais quatro vezes em S. João, mas nunca neste sentido; com efeito, a expressão tà idía – «as coisas próprias» – significa muito mais do que a própria casa, indica tudo o que é próprio da pessoa, a sua intimidade.
Jesus não fala às mulheres junto à Cruz que são 4 ou apenas 3 conforme se contar por 2 ou por 1 pessoa a irmã de sua Mãe, Maria, a mulher de Cléofas. S. Mateus fala de muitas mulheres no Calvário, a distância (Mt 27,35-36; cf. Mc 15,40-41; Lc 23,49).
É também de notar que S. João, ao contrário dos restantes Evangelistas, nunca se refere a Nossa Senhora com o nome de Maria; sempre a designa como a Mãe (de Jesus), um indício de ser tratada realmente como mãe; com efeito, ninguém jamais nomeia a própria mãe com o nome dela: para o filho a mãe é simplesmente a mãe!
Sugestões para a
homilia
A Virgem falou
Convite à conversão e
à reparação
No centro está a
Eucaristia
A
Virgem falou
Depois de elevada ao
Céu Maria não abandona a sua missão mas, com sua multiforme intercessão,
continua a alcançar-nos os dons da salvação eterna. Cuida, com amor materno,
dos irmãos do seu Filho que, entre perigos e angústias, caminham ainda na
terra, até chegarem à pátria bem aventurada (L.G. N.º 62).
Estas palavras do
Concílio ajudam-nos a compreender as intervenções miraculosas da Mãe do Céu em
favor da humanidade, as quais se têm multiplicado nos últimos tempos mais do
que em qualquer outro período da História. O Cardeal Billot,
consagrado teólogo, chega a escrever que nada de semelhante se encontra depois
da idade apostólica.
De
que falou Nossa Senhora?
Os diálogos mantidos
com a vidente Lúcia, interlocutora privilegiada em todas estas aparições, são
assaz esclarecedores. Começa logo por falar do Céu: Sou do Céu, em resposta à primeira pergunta que a vidente Lhe faz.
Aos três pastorinhos promete que os levará para o Céu. De algumas das amigas e
companheiras suas, anuncia-lhes que estavam no Purgatório. A todos nós foram
feitas advertências sérias do que nos pode acontecer se não observarmos os
Mandamentos do Senhor. A todos foi prometida a salvação se escutarem as
palavras da Mensagem. E pede para rezarmos e nos sacrificarmos por quantos
incorrem no perigo de se condenarem eternamente.
Fátima fala-nos,
portanto, do Além, dos Novíssimos, ou seja da última Boa Nova, dos mistérios
que nos esperam depois da morte. Limita-se a repetir aquilo que Jesus nos
ensina no Evangelho (Mt. 5, 22; Mc. 9, 43). Um apelo ao sentido de responsabilidade
com que o homem deve usar da sua liberdade, tendo em vista o destino eterno
(C.I.C. 1035).
A Evangelização, escreve Paulo VI, não pode deixar de comportar o caminho profético
do Além, vocação profunda e definitiva do homem (E.N. n.º 28). Não podemos
escamotear as verdades da Fé, mesmo aquelas que têm o seu lado duro e quase
repugnante. Descreva-se o Céu e o Inferno com as cores que se quiser. O
essencial é acreditar nestas verdades do Além e revigorar a Fé nelas.
Convite
à conversão e à reparação
Toda a Mensagem de
Fátima, tanto nas palavras do Anjo como nas de Nossa Senhora, nos adverte, numa
urgência em crescendo, à conversão e à reparação pelos inumeráveis pecados do
mundo. É um apelo à conversão constante de todos os dias: deixar o mal e fazer
o bem, subir do menos bom para o mais perfeito.
As palavras da
mensagem são o eco daquelas com que Jesus inicia a sua Vida Pública: Convertei-vos e acreditai no Evangelho (Mc. 1, 15). A conversão que Jesus exige é uma verdadeira
viragem, uma passagem da morte para a vida, da servidão do pecado para o
serviço de Deus e dos irmãos. É uma transformação radical que implica uma
profunda e contínua mudança de mentalidade e comportamento para chegarmos à
meta apontada por Jesus: Que tenhamos
vida e a tenhamos em abundância (Jo. 10,
10).
Tudo isto requer,
lembra João Paulo II, docilidade ao Espírito e forte decisão ara ir contra a
corrente; um esforço contínuo para se medir e adequar às exigências
evangélicas, traduzindo-as em estilo de vida.
Reparação
Nossa Senhora, deseja conduzir os homens a um conhecimento muito mais
profundo do pecado e da reparação. Mostra-nos a terrível tragédia do pecado e
aponta-nos a necessidade absoluta da reparação.
A palavra reparação
significa fazer as pazes, ficar em paz. A paz nasce onde antes havia desunião,
inimizade em lugar de amizade. Uma tal situação só se pode curar pela
reparação. Nesta encontram-se a conversão e o arrependimento daquele que praticou
a injustiça, com o perdão daquele a quem foi feita a injustiça, que neste caso
é Deus.
Os Pastorinhos
compreenderam e viveram como ninguém o convite à conversão e à reparação. Basta
ler as Memórias da Irmã Lúcia. Esta chega mesmo a escrever: julgo que Deus quis
servir-Se de mim para recordar ao mundo a necessidade
que há de evitar o pecado e reparar a Deus ofendido, pela oração e pela
penitência.
No
centro está a Eucaristia
Na Eucaristia temos o
Corpo e o Sangue de Jesus que é fruto do ventre puríssimo de Nossa Senhora.
Jesus é Seu Filho quando consagra o Pão e o Vinho e quando se deixa ficar
escondido debaixo das espécies sacramentais. Podemos portanto chamá-l'A: Nossa Senhora de Jesus escondido e decerto a
Jacinta e o Francisco adoptariam logo esta linda jaculatória que equivale à que
rezamos: Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento.
Assim compreendemos
porque nas aparições de Fátima não aparece tanto em foco a Eucaristia. Já na 3ª
Aparição do Anjo, nos Valinhos, este administra a
Comunhão aos três zagalos. Depois, nas aparições da
Branca Senhora na Cova de Iria, sobretudo a 3ª, seguidas das de Tuy e Pontevedra. Aqui Nossa
Senhora indica, como prática essencial na devoção ao Seu Imaculado Coração, a
Comunhão reparadora.
Não é verdadeira nem
sólida a devoção a Nossa Senhora se não nos leva à devoção a Jesus
sacramentado, manifestada particularmente na Comunhão frequente. Verifica-se,
infelizmente, ausência de autêntica devoção eucarística e falta de civilidade
litúrgica, em relação a Jesus no sacrário. A genuflexão, que deve ser feita com
profunda reverência, nem apressada nem distraída, esquece-se com frequência.
A visita ao
Santíssimo Sacramento é uma prova de gratidão, um sinal de amor e um dever de
adoração, para com Cristo Nosso Senhor (C.I.C. n.º1418). Quando entramos numa
igreja devemos olhar se há a lâmpada a indicar onde está o Senhor para O
saudarmos antes de tudo, a Ele que é o dono dessa casa de oração. Contra o que
seria para desejar, é frequente encontrar igrejas fechadas para acautelar roubos
que se tomam demasiado frequentes. Se houvesse mais pessoas interessadas em
fazer uma visita ao Santíssimo Sacramento, os ladrões já não se atreveriam a
perpetrar latrocínios na casa de Deus.
Jesus espera por nós
nesse sacramento de Amor. Não nos mostremos avaros do nosso tempo para ir
encontrar-nos com Ele na adoração (João Paulo II).
Oração Universal
Elevemos, irmãos, as
nossas súplicas ao Pai
por intermédio da sempre Virgem Maria,
Nossa medianeira,
advogada e Mãe.
Digamos:
Por intercessão de Maria,
ouvi-nos,
Senhor.
1. Para que a Santa Igreja, esposa de Cristo,
conserve a firmeza da fé, a alegria da esperança
e
o ardor da caridade no meio das angústias do mundo,
oremos irmãos.
Por intercessão de Maria,
ouvi-nos,
Senhor.
2. Para que a Mensagem de Fátima
–
Mensagem de oração de penitência, de modéstia cristã,
seja fielmente cumprida,
oremos irmãos.
Por intercessão de Maria,
ouvi-nos,
Senhor.
3. Pelos jovens e pelos adolescentes,
para que à imitação da Virgem Imaculada,
guardem fielmente a pureza da sua vida,
com entusiasmo e alegria,
oremos irmãos.
Por intercessão de Maria,
ouvi-nos,
Senhor.
4. Para que os casais aceitem Maria como Rainha
do lar,
A
invoquem na reza diária do terço,
e
se reforcem por serem esposos e pais modelares,
oremos irmãos.
Por intercessão de Maria,
ouvi-nos,
Senhor.
5. Por todos nós aqui reunidos,
para que tenhamos sempre a preocupação,
de saber aquilo que Nossa Senhora quer de nós,
para o realizarmos com prontidão de filhos,
oremos irmãos.
Por intercessão de Maria,
ouvi-nos,
Senhor.
Ouvi, Deus de
misericórdia, as orações do Vosso povo
que Vo-las apresenta pelas mãos de Maria, Mãe do
Vosso Filho,
o qual é Deus convosco na unidade Espírito
Santo.
Liturgia
Eucarística
Cântico
do ofertório: Alegres jubilosos, F. da Silva,
NRMS 10 (II)
Oração
sobre as oblatas: Por este
sacrifício de reconciliação e de louvor que Vos oferecemos na festa da Virgem
Santa Maria, perdoai benignamente, Senhor, os nossos pecados e orientai os
nossos corações no caminho da santidade e da paz. Por Nosso Senhor.
Prefácio
Maria, imagem e mãe
da Igreja
V. O Senhor esteja convosco.
R. Ele está no meio de nós.
V. Corações ao alto.
R. O nosso coração está em Deus.
V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.
R. É nosso dever, é nossa salvação.
Senhor, Pai santo,
Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, e exaltar a vossa
infinita bondade ao celebrarmos a festa da Virgem Santa Maria.
Recebendo o vosso
Verbo em seu Coração Imaculado, ela mereceu concebê-l'O
em seu seio virginal e, dando à luz o Criador do universo, preparou o
nascimento da Igreja. Junto à cruz, aceitou o testamento da caridade divina e
recebeu todos os homens como seus filhos, pela morte de Cristo gerados para a
vida eterna. Enquanto esperava, com os Apóstolos, a vinda do Espírito Santo,
associando-se às preces dos discípulos, tornou-se modelo admirável da Igreja em
oração. Elevada à glória do Céu, assiste com amor materno a Igreja ainda
peregrina sobre a terra, protegendo misericordiosamente os seus passos a
caminho da pátria celeste, enquanto espera a vinda gloriosa do Senhor. Por
isso, com os Anjos e os Santos, proclamamos a vossa glória, cantando numa só
voz:
Santo, Santo, Santo.
Santo: «Da
Missa de festa», Az. Oliveira, NRMS 50-51
Saudação da paz
Nossa Senhora oferece
a paz, mas é através de nós, pelas nossas mãos, pelo nosso querer, pelo nosso
agir que Ela pode instaurar a paz no mundo.
Monição da Comunhão
Comunguemos como
Maria e com Maria. Ela foi o primeiro sacrário que guardou no seu puríssimo
seio Jesus Cristo. Ela foi a primeira adoradora d'Aquele
que estava escondido no sacrário do seu ventre.
Cântico
da Comunhão: Minha alma exulta de alegria, F. da
Silva, NRMS 32
cf. Judite
13, 24-25
Antífona
da comunhão: Bendito seja o
Senhor, que deu tanta glória ao vosso nome: todas as gerações cantarão os
vossos louvores.
Ou
Jo 19, 26-27
Suspenso na cruz,
Jesus disse a sua Mãe: Eis o teu filho. Depois disse ao discípulo: Eis a tua
Mãe.
Cântico
de acção de graças: Minha Senhora e minha Mãe, H.
Faria, NRMS 33-34
Oração
depois da comunhão: Concedei,
Senhor, que o sacramento que recebemos conduza à vida eterna aqueles que
proclamam a Virgem Santa Maria Mãe do vosso Filho e Mãe da Igreja. Por Nosso
Senhor.
Ritos Finais
Monição final
Que é que Vossemecê me quer? Com estas palavras iniciava a vidente os seus
colóquios com a Senhora da Mensagem. Era a preocupação em cumprir tudo quanto a
Santíssima Virgem Ihe transmitia.
E nós? Temos um
empenho semelhante? Vamos a Fátima rezar, pedir, agradecer. Que a nossa
peregrinação não seja apenas «um pagar de promessas» a Nossa Senhora mas
sobretudo manifestar o interesse de realizar, na vida, os pedidos da mãe.
Cântico
final: Nossa Senhora de Fátima, onde irás,
B. Salgado, NRMS 2 (II)
Celebração e Homilia: A.
Barreto Marques
Nota Exegética: Geraldo Morujão
Sugestão Musical: Duarte
Nuno Rocha