Solenidade da Santíssima Trindade

11 de Junho de 2006

 

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Ao Senhor do Universo, F. da Silva, NRMS 8 (II)

 

Antífona de entrada: Bendito seja Deus Pai, bendito o Filho Unigénito, bendito o Espírito Santo, pela sua infinita misericórdia.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Toda a Missa que se celebra é sempre o maior acto de culto oferecido ao único Deus, no mistério da sua vida trinitária, como se diz a concluir a oração Eucarística: «Por Cristo, com Cristo e em Cristo, a Vós Deus Pai omnipotente, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre!». Hoje centramo-nos ainda mais no insondável mistério da imensa grandeza, poder, sabedoria, amor e misericórdia de Deus, para o contemplar, louvar e agradecer, fazendo de cada momento da nossa vida um incessante «glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo», como desde o Papa S. Dâmaso do século IV toda a Igreja reza, ao terminar cada um dos 150 Salmos na Liturgia das Horas.

 

Oração colecta: Deus Pai, que revelastes aos homens o vosso admirável mistério, enviando ao mundo a Palavra da verdade e o Espírito da santidade, concedei-nos que, na profissão da verdadeira fé, reconheçamos a glória da eterna Trindade e adoremos a Unidade na sua omnipotência. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: Na primeira leitura Deus convida-nos a meditar nas estupendas maravilhas do amor de Deus para connosco na história da Salvação, em como um Deus tão grande se fez tão próximo de nós!

 

Deuteronómio 4, 32-34.39-40

Moisés falou ao povo, dizendo: 32«Interroga os tempos antigos que te precederam, desde o dia em que Deus criou o homem sobre a terra. Dum extremo ao outro dos céus, sucedeu alguma vez coisa tão prodigiosa? Ouviu-se porventura palavra semelhante? 33Que povo escutou como tu a voz de Deus a falar do meio do fogo e continuou a viver? 34Qual foi o deus que formou para si uma nação no seio de outra nação, por meio de provas, sinais, prodígios e combates, com mão forte e braço estendido, juntamente com tremendas maravilhas, como fez por vós o Senhor vosso Deus no Egipto, diante dos vossos olhos? 39Considera hoje e medita em teu coração que o Senhor é o único Deus, no alto dos céus e cá em baixo na terra, e não há outro. 40Cumprirás as suas leis e os seus mandamentos, que hoje te prescrevo, para seres feliz, tu e os teus filhos depois de ti, e tenhas longa vida na terra que o Senhor teu Deus te vai dar para sempre».

 

Terá presidido à escolha deste texto para este dia, a preocupação de, por um lado, pôr em evidência que o mistério da Trindade divina em nada fere a sua indivisível unidade: «o Senhor é o único Deus… e não há outro» (v. 39), e, por outro, abrir-nos para a consideração de que Deus não é um mero princípio explicativo do que existe, uma força cega, mas um ser pessoal – «o Senhor teu Deus» – um pai providente, que fez pelo seu povo «tremendas maravilhas» (v. 34). A leitura é tirada da 2ª parte do 1.° discurso de Moisés, nas estepes de Moab, que aqui atinge o seu ponto culminante ao exaltar, em estilo oratório e comovente, o incomparável amor de Deus para com o seu Povo. Mas Ele não aparece como um Deus, cool (fiche), para quem tudo está sempre bem, pelo contrário, como um verdadeiro pai, que quer ver os seus filhos felizes, por isso lhes recorda como é indispensável «cumprir as sua leis e os seus mandamentos» (v. 40). Esta é uma daquelas passagens, fervorosas e ardentes, que vieram a moldar a alma do piedoso israelita.

 

Salmo Responsorial      Sl 32 (33), 4-5.6.9.18.19.20.22 (R. 12b)

 

Monição: Cantemos a nossa felicidade por termos sido escolhidos para herdeiros de Deus no Céu, onde partilharemos da felicidade infinita da própria vida da Santíssima Trindade.

 

Refrão:         Feliz o povo que o Senhor escolheu para sua herança.

                     

A palavra do Senhor é recta,

da fidelidade nascem as suas obras.

Ele ama a justiça e a rectidão:

a terra está cheia da bondade do Senhor.

 

A palavra do Senhor criou os céus,

o sopro da sua boca os adornou.

Ele disse e tudo foi feito,

Ele mandou e tudo foi criado.

 

Os olhos do Senhor estão voltados para os que O temem,

para os que esperam na sua bondade,

para libertar da morte as suas almas

e os alimentar no tempo da fome.

 

A nossa alma espera o Senhor:

Ele é o nosso amparo e protector.

Venha sobre nós a vossa bondade,

porque em Vós esperamos, Senhor.

 

Segunda Leitura

 

Monição: Escutemos como São Paulo nos deixa ver um pouco da maravilha que é participar já aqui da vida trinitária de Deus: conduzidos pelo Espírito Santo, unidos a Jesus, podemos chegar à maior intimidade com o Pai do Céu.

 

Romanos 8, 14-17

Irmãos: 14Todos os que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. 15Vós não recebestes um espírito de escravidão para recair no temor, mas o Espírito de adopção filial, pelo qual exclamamos: «Abba, Pai». 16O próprio Espírito dá testemunho, em união com o nosso espírito, de que somos filhos de Deus. 17Se somos filhos, também somos herdeiros, herdeiros de Deus e herdeiros com Cristo; se sofrermos com Ele, também com Ele seremos glorificados.

 

Esta belíssima passagem põe em relação com as três Pessoas divinas a nossa vida cristã, que é uma vida trinitária. Pela obra redentora de «Cristo» – o Filho (v. 17) –, recebemos o «Espírito Santo» que se une ao nosso espírito (v. 16) e que nos põe em relação com o «Pai», levando-nos a bradar: «Abbá, ó Pai!» (v. 15). Esta filiação adoptiva, põe-nos em relação com cada uma das Pessoas divinas. Tem-se discutido muito sobre o sentido desta repetição: Abbá, ó Pai!; parece não se tratar de uma simples tradução do próprio termo arameu usado pelo Senhor, mas antes de uma filial explosão de piedosa ternura para com Deus – Pai Nosso! –, uma espécie de jaculatória pessoal, correspondente à exclamação: «ó Pai, Tu que és Pai! » (M. J. Lagrange).

 

Aclamação ao Evangelho          cf. Ap 1, 8

 

Monição: Aclamemos e dêmos glória a Deus, que é Pai, Filho e Espírito Santo e que no Evangelho nos diz que está sempre connosco desde o nosso Baptismo.

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação – 4,F. Silva, NRMS 50-51

 

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo,

ao Deus que é, que era e que há-de vir.

 

 

Evangelho

 

São Mateus 28, 16-20

16Naquele tempo, os onze discípulos partiram para a Galileia, em direcção ao monte que Jesus lhes indicara. 17Quando O viram, adoraram-n'O; mas alguns ainda duvidaram. 18Jesus aproximou-Se e disse-lhes: «Todo o poder Me foi dado no Céu e na terra. 19Ide e fazei discípulos de todas as nações, baptizando-as em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, 20ensinando-as a cumprir tudo o que vos mandei. Eu estou sempre convosco até ao fim dos tempos».

 

Estamos perante o final, sóbrio mas solene de Mateus, que condensa todo o seu Evangelho num tríptico deveras paradigmático. Assim, temos: no v. 18 Jesus ressuscitado, como o Pantokrátor – «todo o poder me foi dado no Céu e na Terra!» –; no v. 17, temos a Igreja nascente que O reconhece como Senhor, apesar da vacilação de alguns – «adoraram-no, mas alguns ainda duvidaram» –; nos vv. 19-20 está a sua Igreja em missão – «ide… até ao fim dos tempos». Ao mesmo tempo, o Evangelista introduz-nos numa visão holística e cósmica da história da salvação centrada em Cristo (cf. Ef 1, 10.23; 3, 9; Filp 3, 21; Col 1, 16.17.18.20; 3, 11), projectada para todo o Universo na abrangência dos quatro pontos cardeais, através do recurso à quádrupla repetição da palavra todo: «todo o poder» (v. 18), «todas as nações» (v. 19), «tudo o que vos mandei» (v. 20a), «todos os dias» (v. 20b), que a tradução litúrgica traduziu por «sempre», empobrecendo assim a força expressiva do texto.  

16 «O monte que Jesus lhes indicara», na Galileia, mas sem mais precisão. Há quem queira ver esta aparição como a referida por S. Paulo a mais de 500 irmãos (1 Cor 15, 6).

19-20 «Baptizando… em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo». Em nome de não significa em vez de, mas, tendo em conta o sentido dinâmico da preposição grega eis, trata-se de ser baptizado para Deus; tenha-se em conta que o nome não é um simples apelativo, mas um hebraísmo que designa o próprio ser de alguém. Sendo assim, as palavras da forma do Baptismo sugerem a substância cristã deste Sacramento, a saber, ficar radicalmente dedicado para Deus, para em todas as circunstâncias da vida Lhe dar glória (é o chamado sacerdócio baptismal comum de todos os fiéis: LG 10; cf. 1 Pe 2, 4-10). A fórmula encerra a referência mais explícita ao mistério da própria vida de Deus, o mistério da SS. Trindade: a unidade de natureza é sugerida pelo singular – em nome, não nos nomes –, e a distinção de hipóstases (não se trata de pessoas como indivíduos ou realidades separadas e autónomas!), pela indicação de cada uma delas como realmente distintas, pois para cada uma se usa o artigo grego: «em nome de o Pai e de o Filho e de o Espírito Santo». Por outro lado, a proposição de parece corresponder à tradução de um genitivo epexegético (à maneira dum aposto), o que nos leva a entender a fórmula assim: baptizando… para (dedicar a ) Deus, que é Pai e Filho e Espírito Santo.

20 «Eu estou convosco, todos os dias, até ao fim dos tempos». Podemos ver todo o Evangelho de Mateus marcado por uma inclusão: Mt 1, 23 – «Deus connosco» – e Mt 28, 20 – «estou sempre convosco» –. Jesus garante a assistência contínua e a indefectibilidade à sua Igreja. A História da Igreja é a melhor confirmação destas palavras de Jesus; mas Ele não prometeu que não haveria crises na sua Igreja – as provocadas quer por perseguições, quer pelo mau comportamento dos seus filhos –, mas sim que todas estas seriam seguramente superadas.

 

Sugestões para a homilia

 

·         A festa de hoje é um convite a mergulhar no imenso mistério da vida íntima do próprio Deus e a louvar a grandeza do seu amor: «Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo!»

·         Deus revela-nos o mistério da sua vida quando, para nos fazer participar da sua própria vida, nos envia o seu Filho à Terra, e o Filho – consumada a obra da Redenção – nos envia do Pai o Espírito Santo.

·         A Igreja – fundada por Deus à imagem da SSª Trindade – é também um mistério de comunhão na unidade, a que jamais pode renunciar.

 

A Igreja, depois de, ao longo do ano litúrgico, ter contemplado todos os mistérios da Salvação – desde o Nascimento de Cristo até ao Pentecostes – dirige hoje o seu olhar para o mistério fundamental do cristianismo: o mistério da SSª Trindade, fonte de todos os dons e de todos os bens, e convida os cristãos a mergulharem na profundidade da vida íntima de Deus e a cantarem os Seus louvores: «Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo».

Há um só Deus. Lemos na primeira leitura da missa a advertência de Moisés ao povo: «Fica, pois, sabendo hoje, grava-o no teu coração: só o Senhor é Deus, no alto dos céus e cá em baixo na terra, e não existe nenhum outro Deus».

Todo o Antigo Testamento se empenha em proclamar e exaltar esta unicidade de Deus, para que Israel, vivendo em contacto com povos pagãos, não caísse em idolatria. Porém a nós, ao novo Israel libertado na nova Páscoa, o nosso Libertador, o Senhor Jesus – Deus que se faz homem –, a nós ele revelou-nos o Pai e a comunhão do Espírito Santo.

E podia fazê-lo, de pleno direito, como nos diz S. João no prólogo do seu Evangelho: «A Deus, nunca ninguém O viu, o Filho único, que está no seio do Pai, é que O deu a conhecer!» E foi assim que O deu a conhecer: como Mistério de Comunhão, em Si mesmo e como projecção de Amor salvífico para com as suas criaturas. É como Trindade que Deus entra em relação com os homens: é Pai, que os ama como a filhos no Seu único Filho e na comunhão do Espírito Santo, derramado nos seus corações. E assim, baptizados «em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo», como Jesus mandou – ouvimo-lo hoje na terceira leitura – renascemos para esta vida nova como filhos do Pai, que assim dispôs esta nossa regeneração, como irmãos de Cristo, que para nós a mereceu com o sangue derramado na Cruz, e como templos do Espírito Santo, que em nós prepara esta «morada» de amor.

A segunda leitura, da carta aos Romanos, assinala particularmente esta acção do Espírito Santo: «Recebestes um Espírito que faz de vós filhos adoptivos, e que nos leva a bradar: Abbá! Ó Pai!»

Neste dia em que tomamos mais consciência de sermos Igreja, isto é reunião, assembleia de convocados, não podemos esquecer que somos parte integrante da Igreja Universal, que, toda inteira, é, como diz o Concílio na Lumen Gentium, «um Povo congregado na unidade do Pai, do Filho, do Filho e do Espírito Santo».

E esta Igreja, «reunida pela virtude e à imagem da Trindade, aparecerá ao mundo como Corpo de Cristo e Templo do Espírito Santo, para louvor da infinita sabedoria de Deus» (Prefácio).

 

 

Fala o Santo Padre

 

«À semelhança da comunhão perfeita de Deus,

a humanidade é chamada a formar uma única grande família.»

 

Caríssimos Irmãos e Irmãs

1. Neste domingo, a seguir ao Pentecostes, celebramos a solenidade da Santíssima Trindade. A Unidade e a Trindade de Deus é o primeiro mistério da fé católica. Chegamos agora ao fim de todo o caminho da revelação, que se realizou em Jesus: na sua Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição. Do cimo do «monte santo» que é Cristo, contempla-se o primeiro e último horizonte do universo e da história: o Amor de Deus, Pai, Filho e Espírito Santo. Deus não é solidão, mas comunhão perfeita. Do ser Deus-comunhão deriva a vocação de toda a humanidade para formar uma única grande família, na qual as diversas raças e culturas se encontram e se enriquecem reciprocamente (cf. Act 17, 26).

 

João Paulo II, Angelus, Domingo, 15 de Junho de 2003

 

Oração Universal

 

(extraída do livro da Oração dos Fiéis para esta solenidade)

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Seja bendito e louvado, F. da Silva, NRMS 22

 

Oração sobre as oblatas: Santificai, Senhor, os dons sobre os quais invocamos o vosso santo nome e, por este divino sacramento, fazei de nós mesmos uma oblação eterna para vossa glória. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Prefácio

 

O mistério da Santíssima Trindade

 

V. O Senhor esteja convosco.

R. Ele está no meio de nós.

 

V. Corações ao alto.

R. O nosso coração está em Deus.

 

V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.

R. É nosso dever, é nossa salvação.

 

Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte:

Com o vosso Filho Unigénito e o Espírito santo, sois um só Deus, um só Senhor, não na unidade de uma só pessoa, mas na trindade de uma só natureza. Tudo quanto revelastes acerca da vossa glória, nós o acreditamos também, sem diferença alguma, do vosso Filho e do Espírito Santo. Professando a nossa fé na verdadeira e sempiterna divindade, adoramos as três Pessoas distintas, a sua essência única e a sua igual majestade.

Por isso Vos louvam os Anjos e os Arcanjos, os Querubins e os Serafins, que Vos aclamam sem cessar, cantando numa só voz:

 

Santo, Santo, Santo.

 

Santo: F. da Silva, NRMS 38

 

Cântico da Comunhão: Senhor, eu creio que sois Cristo, F. da Silva, NRMS 67

cf. Gal 4, 6

Antífona da comunhão: Porque somos filhos de Deus, Ele enviou aos nossos corações o Espírito do seu Filho, que clama: Abba, Pai.

 

Cântico de acção de graças: Nós Vos louvamos, ó Deus - Te Deum, M. Faria, NRMS 8 (I)

 

Oração depois da comunhão: Ao professarmos a nossa fé na Trindade Santíssima e na sua indivisível Unidade, concedei-nos, Senhor nosso Deus, que a participação neste divino sacramento nos alcance a saúde do corpo e da alma. Por Nosso Senhor.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Com a bênção da Igreja, vamos partir para continuar a nossa Missa fazendo de cada instante desta semana um hino de glória a Deus, que é Pai Filho e Espírito Santo.

 

Cântico final: Com a benção do Pai, J. Santos, NRMS 38

 

 

Homilias Feriais

 

TEMPO COMUM

 

10ªSEMANA

 

feira, 12-VI: Deus não falta às suas promessas.

1 Reis 17, 1-6 / Mt. 5, 1-12

Felizes os pobres… Felizes os que choram… Alegrai-vos e exultai, pois é grande nos céus a vossa recompensa.

As bem-aventuranças são promessas que mantêm a esperança no meio das tribulações. Anunciam as bênçãos e recompensas que receberão. E já foram experimentadas na vida de Nossa Senhora e de todos os santos (cf. CIC, 1717). E que desejamos também nós experimentar.

O profeta Elias recebeu igualmente da parte de Deus uma promessa de que não ficaria, sem alimento (cf. Leit.). Bastou-lhe para isso para cumprir a vontade do Senhor.

 

feira, 13-VI: Santo António: Poderoso intercessor e insigne pregador.

Sir. 39, 8-14 / Mt. 5, 1-12

Vós sois o sal da terra…Vós sois a luz do mundo.

Santo António tinha a força do sal (cf. Ev.), fruto da sua união com Deus, que lhe permitiu combater as heresias que se iam espalhando no seu tempo sobre a Eucaristia. Além disso, essa mesma força de Deus lhe serviu para a realização de abundantes  milagres (poderoso intercessor nas necessidades: cf. Oração).

«Aquele que medita na lei do Altíssimo… será cheio do espírito de inteligência)» (Leit.) Santo António foi um pregador insigne do Evangelho (cf. Oração), foi professor de Teologia e escreveu vários sermões cheios de doutrina e piedade.

 

feira, 14-VI: A força da oração.

1 Reis 18, 20-39 / Mt. 5, 17-19

Respondei-me, Senhor, respondei-me! Que este povo o saiba: Vós, Senhor, é que sois Deus. Vós é que lhes converteis os corações.

Elias realizou um grande prodígio no monte Carmelo, graças à sua oração. Como consequência, desceu o fogo do Senhor que consumiu tudo, incluída a água (cf. Leit.) e o povo converteu-se: «O Senhor é que é Deus!» (Leit.) É indispensável que não faltem tempos de oração diária para nos convertermos e pedirmos pela conversão dos outros.

A oração aproxima-nos do Senhor e teremos mais forças para cumprirmos tudo o que nos pede: «Aquele que os (mandamentos) praticar e ensinar será tido como grande no reino dos Céus» (Ev.).

 

 

 

 

 

Celebração e Nota Exegética:  Geraldo Morujão

Homilia: Abel Figueiral (adaptação da Rádio por G. M.)

Homilias Feriais: Nuno Romão

Sugestão Musical: Duarte Nuno Rocha


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