Sagrado Coração de Jesus

23 de Junho de 2006

 

(Sexta-feira depois da segunda semana

depois do Pentecostes)

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Sagrado Coração de Jesus Redentor, F. da Silva, NRMS 93

Salmo 32, 11.19

Antífona de entrada: Os pensamentos do seu coração permanecem por todas as gerações para libertar da morte as almas dos seus fiéis, para os alimentar no tempo da fome.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

A festa do Sagrado Coração de Jesus, fixada na Sexta-Feira a seguir à oitava do Corpo de Deus, encontra-se em estreita relação com esta. O Coração de Jesus pede a Comunhão reparadora.

Nesta festa celebramos o amor de Deus por nós que O leva a encarnar, a viver e morrer por nós deixando-nos o inefável Dom da Eucaristia. O Coração é o símbolo do Seu amor. A prova do nosso amor está em recebê-l'O muitas vezes e sempre com um desejo e um fervor cada vez maior.

 

Oração colecta: Concedei, Deus todo-poderoso, que ao celebrar a solenidade do Coração do vosso amado Filho, recordemos com alegria as maravilhas do vosso amor e mereçamos receber desta fonte divina a abundância dos vossos dons. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

ou

 

Deus de bondade, que no Coração do vosso Filho, ferido pelos nossos pecados, nos abristes os tesouros infinitos do vosso amor, fazei que, prestando-Lhe a homenagem fervorosa da nossa piedade, cumpramos também o dever de uma digna reparação. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O Senhor ama Israel, seu povo, com um amor de singular predilecção semelhante ao amor do esposo. A infidelidade de Israel não destrói a fidelidade do Senhor. Por isso Ele perdoa as suas culpas e até as infidelidades e traições.

 

Oseias 11, 1.3-4.8c-9

Eis o que diz o Senhor: 1«Quando Israel era ainda criança, já Eu o amava; do Egipto chamei o meu filho. 3Eu ensinava Efraim a andar e trazia-o nos braços; mas não compreenderam que era Eu quem cuidava deles. 4Atraía-os com laços humanos, com vínculos de amor. Tratava-os como quem pega um menino ao colo, inclinava-Me para lhes dar de comer. 8cO meu coração agita-se dentro de Mim, estremece de compaixão. 9Não cederei ao ardor da minha ira, nem voltarei a destruir Efraim. Porque Eu sou Deus e não homem, sou o Santo no meio de ti e não venho para destruir».

 

O profeta do reino do Norte, ainda antes da sua invasão pelos exércitos da Assíria e da queda de Samaria (721 a. C.), depois de ter denunciado audazmente os pecados e a infidelidade do povo nos capítulos 4 a 11, tem uma das mais enternecedoras passagens de todo o Antigo Testamento, que nos revelam em linguagem humana o que se pode chamar «a psicologia de Deus», com um «coração que se agita e estremece de compaixão»! (. 8). Não obstante a infidelidade (prostituição) do povo, Deus permanece fiel ao seu amor misericordioso; Ele cuida do seu povo com a ternura de mãe e coração de pai, ensinando-o a caminhar, tomando-o nos braços (v. 3), inclinando-se sobre ele para o alimentar e atraindo-o com laços de amor (v. 4).

3 «Efraim». Designação corrente nos profetas para indicar o Reino do Norte, cuja principal tribo era a de Efraim, correspondente ao nome dum dos filhos de José.

9 «Eu sou Deus, e não homem». Porque Deus é Deus, a sua justiça nunca anda separada da misericórdia, como tantas vezes sucede entre os homens, que se deixam dominar pela ira e indignação. É assim a misericórdia do Coração de Cristo, o coração de Deus a pulsar em carne humana.

 

Salmo Responsorial      Is 12, 2-3.4bcd.5-6

 

Monição: Estas palavras do profeta anunciam simbolicamente as múltiplas e abundantes bênçãos de Deus. Na base da missão da Igreja não existe outra preocupação senão ir beber nas fontes do Salvador (João Paulo II).

 

Refrão:         Ireis com alegria às fontes da salvação.

 

Ou:                Bebereis com alegria

                      das fontes da salvação.

 

Deus é o meu Salvador,

tenho confiança e nada temo.

O Senhor é a minha força e o meu louvor,

Ele é a minha salvação.

 

Tirareis água, com alegria,

das fontes da salvação.

Agradecei ao Senhor,

bendizei o seu nome.

 

Anunciai aos povos a grandeza das suas obras,

proclamai a todos que o seu nome é santo.

Cantai ao Senhor, porque Ele fez maravilhas,

anunciai-as em toda a terra.

 

Entoai cânticos de alegria e exultai,

habitantes de Sião:

porque é grande no meio de vós

o Santo de Israel.

 

Segunda Leitura

 

Monição: O amor de Cristo, rico em misericórdia, é sem medida. Quando seremos capazes de compreender com todos os santos essas medidas do amor de Cristo sem medida?

 

Efésios 3, 8-12.14-19

Irmãos: 8A mim, o último de todos os santos, foi concedida a graça de anunciar aos gentios a insondável riqueza de Cristo 9e de manifestar a todos como se realiza o mistério escondido, desde toda a eternidade, em Deus, criador de todas as coisas. 10E agora é por meio da Igreja, que se dá a conhecer aos principados e potestades celestes a multiforme sabedoria de Deus, realizada, 11conforme o eterno desígnio, em Jesus Cristo, nosso Senhor. 12Assim, é pela fé em Cristo que podemos aproximar-nos de Deus com toda a confiança. 14Por isso, dobro os joelhos diante do Pai, 15de quem recebe o nome toda a paternidade nos céus e na terra, 16para que Se digne, segundo as riquezas da sua glória, armar-vos poderosamente pelo seu Espírito, para que se fortifique em vós o homem interior 17e Cristo habite pela fé em vossos corações. Assim, profundamente enraizados na caridade, 18podereis compreender, com todos os santos, a largura, o comprimento, a altura 19e a profundidade do amor de Cristo, que ultrapassa todo o conhecimento, e assim sejais totalmente saciados na plenitude de Deus.

 

O texto pertence à parte final da secção doutrinal da carta. Nos vv. 1-13 aparece Paulo a falar da sua missão, de acordo com plano misterioso de Deus. Nos vv. 14-19 temos uma bela oração de louvor a Deus e de súplica pelos fiéis, a fim de que «sejais totalmente saciados na plenitude de Deus», isto é, na plenitude da vida cristã que deriva do Pai e se nos dá em Cristo, pela adesão a Ele, cabeça da Igreja. Mas não se trata de uma simples adesão exterior, mas da que procede do amor com que se procura corresponder à «profundidade do amor de Cristo, que ultrapassa todo o conhecimento» (v. 19).

 

Aclamação ao Evangelho          Mt 11, 29ab; ou: 1 Jo 4, 10b

 

Monição: «O coração tem razões de que a razão nada sabe». O Coração de Jesus permanece aberto para nos acolher. Aclamemos a sua Palavra.

 

Aleluia

 

Cântico: J. Duque, NRMS 21

 

Tomai o meu jugo sobre vós, diz o Senhor,

e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração.

 

Ou então:

 

Deus amou-nos e enviou o seu Filho,

como vítima de expiação pelos nossos pecados.

 

 

Evangelho

 

São João 19, 31-37

31Por ser a Preparação da Páscoa, e para que os corpos não ficassem na cruz durante o sábado – era um grande dia aquele sábado – os judeus pediram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados. 32Os soldados vieram e quebraram as pernas ao primeiro, depois ao outro que tinha sido crucificado com ele. 33Ao chegarem a Jesus, vendo-O já morto, não Lhe quebraram as pernas, 34mas um dos soldados trespassou-Lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 35Aquele que viu é que dá testemunho e o seu testemunho é verdadeiro. Ele sabe que diz a verdade, para que também vós acrediteis. 36aconteceu para se cumprir a Escritura, que diz: «Nenhum osso lhe será quebrado». 37Diz ainda outra passagem da Escritura: «Hão-de olhar para Aquele que trespassaram».

 

A crucifixão, reservada a escravos (cf. Filp 2, 7), era a pena de morte mais tremenda e mais horrível; a morte dava-se após uma dolorosíssima agonia, com febre, sede, cãibras que causavam uma asfixia lenta; para que o sofrimento não se prolongasse por vários dias os soldados podiam partir as pernas (crurifrágio) aos condenados para a asfixia ser mais rápida, ou dar-lhes um golpe de lança no coração. Foi este segundo modo de proceder que tiveram para com a Jesus, apesar de já morto. No golpe da lança, no sangue e na água que brotaram da ferida do peito, um fenómeno fisiologicamente explicável (soro do pericárdio ou exsudação pleural…), S. João vê muito mais do que uma confirmação da morte de Jesus; contempla o cumprimento das Escrituras e o sacrifício do verdadeiro cordeiro pascal (cf. Ex 12, 46; Nm 9, 12; Salm 34, 21; Zac 12, 10; Apoc 1, 7) e parece insinuar, para além do dom da vida eterna (o sangue: cf. 6, 53-54) e do Espírito Santo (a água: cf. 4, 14; 7, 38-39; 3, 5), os Sacramentos da iniciação cristã, a Eucaristia e o Baptismo e a própria Igreja, a nova Eva a sair do lado do novo Adão.

35 «Ele bem sabe que diz a verdade»: há quem queira ver aqui uma espécie de juramento, a saber, o apelo a uma segunda testemunha abonatória, o próprio Cristo glorioso, ou mesmo o Pai, não faltando quem pense numa glosa. De qualquer modo, uma afirmação tão solene faz apelo a factos reais, que excluem uma simbologia desvinculada da história. E, de facto, uma história como a da Paixão e Morte do Senhor não se inventa; é mesmo verdade; é impossível vê-la doutra forma. A testemunha privilegiada foi certamente o discípulo amado de Jesus.

36-37 «Para se cumprir a Escritura: cf. Ex 12, 46; Zac 12, 10; Nm 9, 12; Salm 34, 21; Apoc 1, 7.

 

Sugestões para a homilia

 

Vinde a Mim todos

Exercícios de Piedade

Precisamos do Coração de Jesus

Vinde a Mim todos

O Verbo fez-se carne para ser o nosso modelo Ele é o modelo das bem–aventuranças e a norma da Lei nova (C.I.C, 459)

Jesus não se impõe com provas inatacáveis. Manifesta a grandeza do seu Amor, faz a sua proposta, pede a nossa adesão – Vinde a Mim todos.

Mas respeita as nossas opções. Sabe esperar e está disposto a aceitar a recusa, a desilusão e a derrota.

Jesus apresenta-se como «humilde de coração», o primeiro entre os povos de Javé; aquele que no banquete escolhe o último lugar; que compreende o pobre e rejeita o fariseu; que nasce entre pastores; vive em Nazaré; uma aldeia desprezada; morre entre ladrões e é incluído entre os maus feitores.

O Bom Pastor de Coração trespassado não se preocupa apenas com quem já se encontra no seu redil, mas procura, com particular solicitude, os que ainda estão fora dele. É a prova da universalidade do seu Amor para com todos.

A universalidade do amor do Coração de Jesus deve impelir-nos á preocupação por todos quantos ainda estão fora do redil. Por outras palavras, a Igreja que actua em nós e da qual somos parte, não é plenamente Igreja, Sacramento de salvação e unidade, nem plenamente mãe, enquanto houver grupos humanos ainda não fecundados e regenerados pelo sangue da Palavra.

Exercícios de Piedade

Os exercícios de piedade do povo cristão, desde que sejam conformes com as leis e as normas da Igreja, são vivamente recomendados (S.C.n.º13). Falando do Coração de Jesus, além doutros, devem-se valorizar três exercícios de piedade: a adoração eucarística (Lausperene e Comunhão reparadora), a Via Sacra e a meditação.

A adoração eucarística é um momento favorável para incentivar a amizade e intimidade com Cristo, para falar com Ele dos nossos problemas e necessidades do mundo. Negligenciando a adoração eucarística, a própria Missa perde significado e com facilidade se despensa ou se cai na rotina.

A Via Sacra celebra a paixão de Cristo fora do contexto sacramental da Missa. Quando celebrada em forma devocional pode parar-se a meditar ora sobre um ponto ora sobre outro, conforme das circunstâncias e as pessoas. Pode tornar-se uma forma especial de catequese que provoca sentimentos de gratidão de amor e de arrependimento.

A meditação é um meio indispensável para assimilar a nossa interioridade com Cristo. Numa sociedade tão dispersa e distraída, fascinada pelas as aparências e pelo barulho, a interiorização dos valores da fé é essencial para superar as várias tentações e crises que se multiplicam. Precisamos de momentos de silêncio para rezar, para meditar. Tudo isto implica auto-disciplina e ascese na utilização da rádio, tv, telemóvel e Internet.

Precisamos do Coração de Jesus

A Solenidade do Coração de Jesus é uma festa que irradia uma peculiar tonalidade espiritual em todo o mês de Junho. É importante que nos fiéis permaneça viva a sensibilidade da mensagem que promana dela: no Coração de Cristo o amor de Deus fez-se encontro com toda a humanidade.

O homem de hoje tem necessidade de Cristo para conhecer Deus e para se conhecer a si mesmo; tem necessidade dele para construir a civilização do amor. Estas palavras as dirigia o Papa João Paulo II, de saudosa memória, aos fieis na praça de S. Pedro.

De facto, para conhecer Deus é preciso conhecer Jesus e viver em sintonia com o seu coração amando a Deus e ao próximo.

Olhemos com confiança para o Sagrado Coração de Jesus, repetindo frequentemente esta jaculatória: Sagrado Coração de Jesus, eu tenho confiança em Vós.

 

Fala o Santo Padre

 

«No coração do Redentor, nós adoramos o amor de Deus pela humanidade, a sua misericórdia infinita.»

 

Celebrámos hoje a solenidade do Sacratíssimo Coração de Jesus, devoção profundamente radicada no povo cristão. Na linguagem bíblica o «coração» indica o centro da pessoa, a sede dos seus sentimentos e das suas intenções. No coração do Redentor nós adoramos o amor de Deus pela humanidade, a sua vontade de salvação universal, a sua misericórdia infinita.

Portanto, prestar culto ao Sagrado Coração de Cristo significa adorar aquele Coração que, depois de nos ter amado até ao fim, foi trespassado por uma lança e do alto da Cruz derramou sangue e água, fonte inexaurível de vida nova. […]

O coração que mais se assemelha ao coração de Cristo é sem dúvida o de Maria, sua Mãe Imaculada, e precisamente por isso a liturgia os indica juntos à nossa veneração. Respondendo ao convite feito pela Virgem de Fátima, confiamos ao seu Coração Imaculado, que ontem contemplámos de modo particular, o mundo inteiro, para que experimente o amor misericordioso de Deus e conheça a paz verdadeira.

 

Bento XVI, Angelus de Domingo, 5 de Junho de 2005

 

Oração Universal

 

Oremos, irmãos, a Deus nosso Pai,

por intermédio de Nosso Senhor Jesus Cristo,

sempre vivo a interceder por nós:

 

1.  Pelo Santo Padre o Papa,

Vigário de Cristo na terra,

Para que os seus instantes apelos à civilização do amor

sejam escutados,

oremos, irmãos.

 

2.  Pelos nossos governantes:

para que, mediante leis justas e dignas,

ajudem a estabelecer o reinado de Cristo na sociedade portuguesa,

oremos, irmãos.

 

3.  Para que todas as famílias aceitem o reinado de Cristo

cumprindo escrupulosamente a fidelidade conjugal

e o serviço à vida,

oremos, irmãos.

 

4.  Por todos nós aqui presentes

para que sejamos mansos e humildes de coração como Jesus,

oremos, irmãos.

 

5.  Para que, fiéis à nossa consagração baptismal,

não caiamos na tentação de substituir o amor de Deus

pelo amor às criaturas,

oremos, irmãos.

 

Senhor, atendei os pedidos que com fé, esperanças e humildade

Vos acabamos de fazer.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho,

que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Bendito sejais, Senhor nosso Deus, Az. Oliveira, NRMS 93

 

Oração sobre as oblatas: Olhai, Senhor, para o inefável amor do Coração do vosso Filho e fazei que a nossa oferenda Vos seja agradável e sirva de reparação pelos nossos pecados. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio

 

O Coração de Cristo, fonte de salvação

 

V. O Senhor esteja convosco.

R. Ele está no meio de nós.

 

V. Corações ao alto.

R. O nosso coração está em Deus.

 

V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.

R. É nosso dever, é nossa salvação.

 

Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por Cristo, nosso Senhor.

Elevado sobre a cruz, com admirável amor deu a sua vida por nós e do seu lado trespassado fez brotar sangue e água, donde nasceram os sacramentos da Igreja, para que todos os homens, atraídos ao Coração aberto do Salvador, pudessem beber com alegria nas fontes da salvação.

Por isso, com os Anjos e os Santos, proclamamos a vossa glória, cantando numa só voz:

 

Santo, Santo, Santo.

 

Santo: «Da Missa de festa», Az. Oliveira, NRMS 50-51

 

Monição da Comunhão

 

«Tomai e bebei o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus».

 

Cântico da Comunhão: Saboreai como é bom, M. Carneiro, NRMS 93

Jo 7, 37-38

Antífona da comunhão: Se alguém tem sede, venha a Mim e beba, diz o Senhor. Se alguém acredita em Mim, do seu coração brotará uma fonte de água viva.

 

Ou

Jo 19, 34

Um dos soldados abriu o seu lado com uma lança e dele brotou sangue e água.

 

Cântico de acção de graças: Em Vós, Senhor, ponho a minha esperança, M. Simões, NRMS 116

 

Oração depois da comunhão: Fazei, Senhor, que este sacramento do vosso amor nos una sempre mais a Jesus Cristo, vosso Filho, de modo que, inflamados na caridade, saibamos reconhecê-l'O nos nossos irmãos. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Aprendamos na escola do Coração de Jesus. E visto que Ele nos fala de caridade, trabalhemos para que no mundo haja menos rancor, menos ódio, menos perseguições, menos pecados. Que entre os homens haja mais compreensão, mais respeito, mais afecto, mais dedicação, mais justiça, mais ordem, mais tranquilidade, mais paz, mais união, mais alegria.

 

Cântico final: Mil vezes seja louvado, J. Santos, NRMS 13

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:                     Armando A. Barreto Marques

Nota Exegética:                       Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                            Duarte Nuno Rocha


Imprimir | Voltar atrás | Página Inicial