S. Pedro e S. Paulo

Missa da Vigília

28 de Junho de 2006

 

Esta Missa diz-se na tarde do dia 28 de Junho, antes ou depois das Vésperas I da solenidade.

 

RITOS INICIAIS

 

Cântico de entrada: Felizes os que habitam na vossa casa, M. Valença, NRMS 48

 

Antífona de entrada: Pedro, apóstolo, e Paulo, doutor das gentes, ensinaram-nos a vossa lei, Senhor.

 

Diz-se o Glória.

 

Introdução ao espírito da Celebração

 

Celebramos nesta eucaristia festiva a Vigília de S. Pedro e S. Paulo. Procuremos interiorizar, de uma maneira verdadeiramente cristã, longe do barulho e festejos exclusivamente exteriores a vida destes dois Apóstolos, fortaleza da Igreja a que pertencemos.

 

Oração colecta: Senhor nosso Deus, que, por meio dos apóstolos São Pedro e São Paulo, comunicastes à vossa Igreja os primeiros ensinamentos da fé, concedei-nos, por sua intercessão, o auxílio necessário para chegarmos à salvação eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

 

 

Liturgia da Palavra

 

Primeira Leitura

 

Monição: O aleijado, de que nos fala esta leitura, encarna a situação do povo fraco e dependente. Pedro e João personificam a Igreja, através da qual Jesus continua presente e actuante. A riqueza (ouro e prata) não liberta; pelo contrário, produz sempre novas formas de submissão e opressão. Só o nome de Jesus é capaz de libertar o povo, fazendo-o levantar-se e caminhar.

 

Actos dos Apóstolos 3, 1-10

Naqueles dias, 1Pedro e João subiam ao templo para a oração das três horas da tarde. 2Trouxeram então um homem, coxo de nascença, que colocavam todos os dias à porta do templo, chamada Porta Formosa, para pedir esmola aos que entravam. 3Ao ver Pedro e João, que iam a entrar no templo, pediu-lhes esmola. 4Pedro, juntamente com João, olhou fixamente para ele e disse-lhe: «Olha para nós». 5O coxo olhava atentamente para Pedro e João, esperando receber deles alguma coisa. 6Pedro disse-lhe: «Não tenho ouro nem prata, mas dou-te o que tenho: em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda». 7E, tomando-lhe a mão direita, levantou-o. Nesse instante fortaleceram-se-lhe os pés e os tornozelos, 8levantou-se de um salto, pôs-se de pé e começou a andar depois entrou com eles no templo, caminhando, saltando e louvando a Deus. 9Toda a gente o viu caminhar e louvar a Deus 10e, sabendo que era aquele que costumava estar sentado, a mendigar, à Porta Formosa do templo, ficaram cheios de admiração e assombro pelo que lhe tinha acontecido.

 

Temos aqui o relato da cura do coxo de nascença, o primeiro milagre realizado por Pedro, com que se inicia mais uma unidade literária de Actos (Act 3, 1 – 5, 42) que refere a primeira actividade apostólica em Jerusalém, após o Pentecostes.

1 «Para a oração das 3 horas de tarde» (hora nona), a hora em que começavam no Templo as cerimónias do sacrifício vespertino que se prolongavam até ao cair da tarde; então se oferecia um cordeiro em sacrifício, como também de manhã, segundo Ex 12, 6.

2 «Porta Formosa», porta assim chamada pelos seus ricos adornos, que dava do átrio dos gentios para o átrio das mulheres, em frente do pórtico de Salomão (v. 11), que rodeava a zona do templo do lado Leste.

6 «Em nome de Jesus…» Os prodígios operados pelos Apóstolos não eram feitos em nome próprio, como Jesus fazia, revelando a sua divindade ao não precisar dum poder alheio para os realizar, como é o caso de Pedro.

 

Salmo Responsorial      Sl 18 A (19 A), 2-3.4-5 (R. 5a)

 

Monição: A ordem e beleza do cosmos são como que um silencioso e contínuo louvor ao Criador. O homem, com palavras compreensivas, humaniza a natureza articulando esse louvor e levando-o a todo o universo.

 

Refrão:         A sua mensagem ressoou por toda a terra.

 

Os céus proclamam a glória de Deus

e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.

O dia transmite ao outro esta mensagem

e a noite a dá a conhecer à outra noite.

 

Não são palavras nem linguagem

cujo sentido se não perceba.

O seu eco ressoou por toda a terra

e a sua notícia até aos confins do mundo.

 

Segunda Leitura

 

Monição: A vocação de Paulo nasce de uma experiência directa de Jesus Cristo morto e ressuscitado. Tal experiência transformou-o profundamente: de perseguidor, tornou-se Apóstolo. É isto mesmo que ele explica aos judeo-cristãos que criticavam a sua autoridade.

 

Gálatas 1, 11-20

11Eu vos declaro, irmãos: O Evangelho anunciado por mim não é de inspiração humana, 12porque não o recebi ou aprendi de nenhum homem, mas por uma revelação de Jesus Cristo. 13Certamente ouvistes falar do meu proceder outrora no judaísmo e como perseguia terrivelmente a Igreja de Deus e procurava destruí-la. 14Fazia mais progressos no judaísmo do que muitos dos meus compatriotas da mesma idade, por ser extremamente zeloso das tradições dos meus pais. 15Mas quando Aquele que me destinou desde o seio materno e me chamou pela sua graça, 16Se dignou revelar em mim o seu Filho para que eu O anunciasse aos gentios, decididamente não consultei a carne e o sangue, 17nem subi a Jerusalém para ir ter com os que foram Apóstolos antes de mim mas retirei-me para a Arábia e depois voltei novamente a Damasco. 18Três anos mais tarde, subi a Jerusalém para ir conhecer Pedro e fiquei junto dele quinze dias. 19Não vi mais nenhum dos Apóstolos, a não ser Tiago, irmão do Senhor. 20– O que vos escrevo, diante de Deus o afirmo: não estou a mentir.

 

S. Paulo escreve aos cristãos da Galácia, mais provavelmente da Galácia do Norte, na Turquia actual. Eram cristãos na maior parte convertidos de tribos pagãs originárias da Gália, que estavam a ser perturbados por pregadores cristãos de tendência judaizante, que os intimidavam dizendo-lhes que, para se salvarem, não bastava o Baptismo e a fé cristã, mas que necessitavam de ser circuncidados. Para imporem a sua teoria, tentavam desacreditar a pessoa de S. Paulo, afirmando que ele não era um verdadeiro Apóstolo, pois não tinha recebido a sua missão directamente de Jesus. Nesta carta o Apóstolo começa por declarar e explicitar como foi o próprio Senhor que lhe revelou o Evangelho – os principais mistérios – que ele pregava. Sendo assim, logo após a conversão, não teve necessidade de vir imediatamente a Jerusalém para ouvir os Apóstolos, retirou-se para a Arábia (o reino nabateu, a sul de Damasco) e só ao fim de três anos é que foi estar com os Apóstolos. Pergunta-se, então, que fez S. Paulo durante esses três anos? Uns pensam que foram anos de pregação, outros que teria sido um tempo de retiro espiritual, em que ele assenta ideias, confrontando a revelação que teve com os dados do Antigo Testamento e da fé dos primeiros cristãos.

19 «Só vi Tiago». A forma de falar não significa necessariamente que este irmão do Senhor fosse um dos 12 Apóstolos. Para que tenha sentido a frase, basta que se trate duma figura proeminente da igreja jerosolimitana; para isto bastaria o simples título de «irmão (parente) do Senhor» e a participação da missão apostólica. Por isso, hoje, muitos exegetas entendem que este Tiago é distinto do apóstolo, «filho de Alfeu. », o «São Tiago Menor. Não se pode tratar de Tiago, irmão de João, pois, segundo o testemunho de Flávio José, foi martirizado por Herodes Agripa I, pelos anos 42-43 (cf. Act 12, 2).

 

Aclamação ao Evangelho          Jo 21, 17b

 

Monição: Oxalá possamos conscientemente afirmar como Pedro: «Senhor, vós que sabeis tudo, bem sabeis que eu Vos amo».

 

Aleluia

 

Cântico: Aclamação – 4,F. Silva, NRMS 50-51

 

Senhor, que sabeis tudo,

bem sabeis que Vos amo.

 

 

Evangelho

 

São João 21, 15-19

Quando Jesus Se manifestou aos seus discípulos junto ao mar de Tiberíades, 15depois de comerem, perguntou a Simão Pedro: «Simão, filho de João, tu amas-Me mais do que estes?». Ele respondeu-Lhe: «Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo». Disse-lhe Jesus: «Apascenta os meus cordeiros». 16Voltou a perguntar-lhe segunda vez: «Simão, filho de João, tu amas-Me?». Ele respondeu-Lhe: «Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo». Disse-lhe Jesus: «Apascenta as minhas ovelhas». 17Perguntou-lhe pela terceira vez: «Simão, filho de João, tu amas-Me?». Pedro entristeceu-se por Jesus lhe ter perguntado pela terceira vez se O amava e respondeu-Lhe: «Senhor, Tu sabes tudo, bem sabes que Te amo». Disse-lhe Jesus: «Apascenta as minhas ovelhas. 18Em verdade, em verdade te digo: Quando eras mais novo, tu mesmo te cingias e andavas por onde querias mas quando fores mais velho, estenderás a mão e outro te cingirá e te levará para onde não queres». 19Jesus disse isto para indicar o género de morte com que Pedro havia de dar glória a Deus. Dito isto, acrescentou: «Segue-Me».

 

É fácil de ver na tripla confissão de amor de Pedro uma reparação da sua tripla negação (Jo 18, 17.25-27); na redacção do texto grego, pode ver-se também um jogo de palavras muito expressivo, pois na 1ª e 2ª pergunta Jesus interroga Pedro com um verbo de amor mais divino, profundo e intelectual (amas-Me? – agapâs me), ao passo que Pedro responde com um verbo de simples afeição e amizade (sou teu amigo – filô se); à 3ª vez, aparece Jesus condescendendo com Pedro, ao usar este segundo verbo, e Pedro ficou triste por pensar que esta mudança de Jesus se devia à imperfeição do seu amor. Toda a Tradição católica viu neste encargo de pastorear todo o rebanho de Cristo (cordeiros e ovelhas) o cumprimento da promessa do ministério petrino (Mt 16, 17-19 e Lc 22, 31-32; cf. 1 Pe 5, 2.4). Recorde-se, a propósito, o que diz o Concílio Vaticano II, LG, 22: «O colégio ou corpo episcopal não tem autoridade a não ser em união com o Pontífice Romano, sucessor de Pedro, entendido como sua cabeça, permanecendo inteiro o poder do seu primado sobre todos, quer pastores, quer fiéis. Pois o Romano Pontífice, em virtude do seu cargo de Vigário de Cristo e Pastor de toda a Igreja, nela tem pleno, supremo e universal poder, que pode sempre exercer livremente».

18-19 «Estenderás as mãos... Segue-Me». Pedro havia de seguir a Cristo até ao ponto de vir a morrer crucificado em Roma, na perseguição de Nero (64-68), segundo a tradição documentada já por S. Clemente, no século I. Também se diz que, por humildade, pediu para ser crucificado de cabeça para baixo.

21-22 Jesus não satisfaz curiosidades inúteis, mas apela à fidelidade: «segue-me». Tendo em conta que Pedro já morrera havia uns 40 anos, não deixa de impressionar a ligação tão íntima entre o discípulo amado e Pedro, aparecendo este sempre numa posição de superioridade (cf. Jo 13, 24; 18, 15-16; 20, 1-8; 21, 1-12.15.20-23); há quem veja nisto um apelo a um critério a seguir nas relações entre as comunidades joaninas da Ásia Menor e a Igreja de Roma.

 

Sugestões para a homilia

 

·          A tríplice afirmação de Pedro

·          A vocação de Paulo e de todos os cristãos

A tríplice afirmação de Pedro

No preciso momento em que Jesus era julgado e condenado no Sinédrio, Pedro, que o seguira de longe até àquele local, não teve a coragem suficiente para se afirmar como seu discípulo e negou-o por três vezes. No momento em que se passa o episódio que acabámos de ouvir ler no Evangelho desta vigília, o Senhor recebe dele as três afirmações de incontestável amor, com as quais repara a tríplice negação e recebe de Jesus a confirmação do cargo de Pastor Supremo da Sua Igreja.

O grande erro de Pedro, que o levou a negar Jesus, foi tê-l’O seguido de longe, o que lhe retirou a coragem de se declarar seu continuador. O arrependimento e a humildade com que depois declara o seu incondicional amor e fidelidade ao Mestre leva-o a ser confirmado no serviço a que o Senhor o destinara.

Como outrora Pedro, o tremendo erro de muitos de nós, os cristãos de hoje, é seguirmos a Jesus de longe com medo de nos comprometermos. Não temos a coragem de nos afirmarmos, como cristãos e, deste modo, renegamos o Mestre, a nossa fé e o baptismo que recebemos.

Apenas nos resta um caminho: o arrependimento, a humildade e a coragem para conhecer melhor a Jesus a fim de o seguirmos coerentemente e sem receios ou respeitos humanos, a fim de cumprirmos a vocação a que fomos chamados: sermos verdadeiras testemunhas de evangelização.

A vocação de Paulo e de todos os cristãos

S. Paulo seguiu caminho diverso de Pedro. Inicialmente perseguira Jesus na pessoa dos primeiros cristãos. Depois, o encontro directo com Jesus ressuscitado transfigura-o vivamente: de perseguidor violento, torna-se Apóstolo convicto e repleto de autoridade mercê da graça recebida de Cristo.

Essa mesma graça foi alcançada por nós no momento do nosso baptismo. Como estamos nós a corresponder-lhe? O que temos feito para anunciar a Boa Nova recebida? Não será altura de reconsiderarmos a nossa actuação como cristãos? Como tenciono proceder de hoje em diante?

Pensemos um pouco no exemplo destes dois Apóstolos, a fim de podermos reconsiderar a nossa actuação futura.

 

Oração Universal

 

Irmãos:

Cheios de fé e entusiasmo,

elevemos a nossa oração a Deus nosso Pai, dizendo:

 

Aumentai, Senhor, a nossa fé.

 

1.  Peçamos ao Senhor,

pela Santa Igreja que tem como fundamento

Pedro, humilde pescador da Galileia,

para que seja fiel à missão recebida,

oremos irmãos.

 

2.  Pelo Santo Padre, pelos nossos Bispos, Presbíteros e Diáconos,

para que com a sua vida

sejam modelo de espírito cristão para toda a humanidade,

oremos, irmãos.

 

3.  Roguemos pelos catequistas, missionários,

e todas as pessoas empenhadas na difusão da Boa Nova,

para que sejam ouvidas com o mesmo entusiasmo

com que as pessoas escutavam S. Pedro e S. Paulo,

oremos, irmãos.

 

4.  Rezemos por todas as pessoas que se encontram angustiadas,

em situação de desespero ou privação,

para que o Senhor, por intermédio de S. Pedro e S. Paulo

não os deixe cair em desânimo,

oremos, irmãos.

 

5.  Imploremos a Deus, nosso Pai,

que nos ajude a interpretar os sinais dos tempos,

a fim de sermos luz

que espalha a claridade dos verdadeiros valores,

oremos, irmãos.

 

6.  Solicitemos ao Senhor

o dom do discernimento e da concórdia,

para levarmos a paz a todos com quem convivemos,

oremos, irmãos.

 

Ouvi, Senhor, as nossas preces e dignai-vos atender os nossos pedidos,

confirmando-nos na fé manifestada por S. Pedro e S. Paulo.

Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco, na unidade do Espírito Santo.

 

 

 

Liturgia Eucarística

 

Cântico do ofertório: Tomai, Senhor, e recebei, J. Santos, NRMS 70

 

Oração sobre as oblatas: Ao celebrarmos com alegria, Senhor, a festa dos apóstolos São Pedro e São Paulo, apresentamos as nossas ofertas ao vosso altar e, reconhecendo a pobreza dos nossos méritos, esperamos da vossa bondade a alegria da salvação. Por Nosso Senhor.

 

Prefácio:

 

V. O Senhor esteja convosco.

R. Ele está no meio de nós.

 

V. Corações ao alto.

R. O nosso coração está em Deus.

 

V. Dêmos graças ao Senhor nosso Deus.

R. É nosso dever, é nossa salvação.

 

Senhor, Pai santo, Deus eterno e omnipotente, é verdadeiramente nosso dever, é nossa salvação dar-Vos graças, sempre e em toda a parte, por Cristo nosso Senhor.

Vós nos concedeis a alegria de celebrar, hoje, a festa dos santos Apóstolos Pedro e Paulo: Pedro que foi o primeiro a confessar a fé em Cristo e Paulo que a ilustrou com a sua doutrina; Pedro, que estabeleceu a Igreja nascente entre os filhos de Israel e Paulo que anunciou o Evangelho a todos os povos; ambos trabalharam, cada um segundo a sua graça, para formar a única família de Cristo; agora, associados na mesma coroa de glória, recebem do povo fiel a mesma veneração.

Por isso, com todos os Anjos e Santos, proclamamos a vossa glória, cantando numa só voz:

Santo, Santo, Santo...

 

Santo: F. da Silva, NRMS 38

 

Monição da Comunhão

 

Ao comungarmos o Corpo de Jesus Cristo, estaremos unidos a todos aqueles nossos irmãos que, na fé de S. Pedro e S. Paulo, anunciam a Boa Nova em qualquer lugar, a fim de que sintam força para prosseguir com redobrado ânimo a sua caminhada para a consolidação do mundo novo anunciado por Jesus.

 

Cântico da Comunhão: Simão, filho de João, A. Cartageno, Cânticos para Entrada e Comunhão II, pág. 192

Jo 21, 15.17

Antífona da comunhão: Jesus disse a Pedro: Simão, filho de João, amas-Me tu mais do que estes? Pedro respondeu: Senhor, Vós sabeis tudo; bem sabeis que eu Vos amo.

 

Cântico de acção de graças: Tu és a Luz, Az. Oliveira, NRMS 6 (II)

 

Oração depois da comunhão: Senhor, que iluminastes os vossos fiéis com os ensinamentos dos Apóstolos, fortalecei-nos sempre com estes sacramentos celestes. Por Nosso Senhor.

 

 

Ritos Finais

 

Monição final

 

Depois de termos recordado o exemplo de S. Pedro e S. Paulo, partamos para a vida conscientes de que temos por missão anunciar e viver a esperança e a verdade de Jesus Cristo comunicada, tão diligentemente, por estes dois Apóstolos.

 

Cântico final: O Senhor enviou os seu Apóstolos, F. da Silva, NRMS 66

 

 

 

 

 

 

 

 

Celebração e Homilia:                     António Elísio Portela

Nota Exegética:                       Geraldo Morujão

Sugestão Musical:                   Duarte Nuno Rocha

 


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