aCONTECIMENTOS eclesiais

DA SANTA SÉ

 

 

VATICANO – O Papa e a pobreza

Papa passou o Domingo com pobres e elementos da Cáritas

 

Na segunda parte das suas férias em Castel Gandolfo, Leão XIV, celebrou a Missa do XX Domingo do Tempo Comum, para cerca de 100 pessoas, que são acolhidas nos Centros da Assistência da Cáritas, e outros em situação de sem abrigo. No Santuário de Santa Maria della Retonda, o Papa apelou a sentimentos de bondade, que não tem custos como as armas e a uma Igreja sem distinções, entre quem assiste e é assistido.

O Papa sublinhou: “Somos uma Igreja do Senhor, uma Igreja de pobres, todos preciosos, todos sujeitos, cada um, portador de uma palavra singular, de Deus. Cada um, é um dom para os outros. Derrubemos os muros”,

O Santo Padre agradeceu a quem trabalha em todas as comunidades cristãs, para facilitar o encontro entre pessoas diferentes, devido à sua origem, situação económica, psíquica e afetiva.

Apelou ainda ao cuidado em manter o Senhor sempre presente na vida, enfatizando: “Não deixemos o Senhor fora das nossas igrejas, das nossas casas e da nossa vida.”

Depois da Missa, o Papa rezou o Angelus, na Praça, em frente à residência Pontifícia, e depois almoçou com os pobres e voluntários da Cáritas de Albano Laziale, numa única mesa, na residência de verão

 

 

– Ameaça nuclear e apelo à paz

Perante a ameaça de destruição nuclear, o Papa Leão XIV, apelou ao diálogo

 

No final da audiência geral das quartas-feiras. O Papa, no dia 6 de agosto recordou os bombardeamentos às cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, no final da 2ª Guerra Mundial, em que perderam a vida milhares de pessoas, e ficaram marcas dolorosas impossíveis de reparar.

Evocando tão trágico incidente, o Papa, apelou à necessidade de promover um diálogo que promova acordos internacionais, tendentes a pôr fim ao armamento, sobretudo ao nuclear.

O apelo do Papa, esteve contido na mensagem do Papa, enviada ao Bispo de Hiroshima.

 

— Moçambique, Cabo Delgado

Nova onda de violência em Cabo Delgado.

 

Face a informações da Associação Médicos sem Fronteiras, enviadas ao Vaticano, o Papa Leão XIV, na oração do Angelus do dia 24 de agosto, apelou aos responsáveis políticos, que garantam segurança e paz na província de Cabo Delgado.

Ao expressar a sua proximidade com as populações do norte de Moçambique, pediu às pessoas presentes na Praça de S. Pedro, a rezar pelas populações em perigo constante, manifestando a esperança de que os responsáveis do país, consigam restabelecer a segurança e a paz, naquele território.

Segundo as informações dos MSF, a nova vaga de ataques, já obrigou quase 60 mil pessoas, a abandonar as suas casas.

A província de Cabo Delgado, enfrenta, desde 2017, uma rebelião armada que provocou milhares de mortos e uma crise humanitária, com mais de 1 milhão de deslocados.

Segundo informações da Coordenação dos Assuntos Humanitários das Nações Unidas, em julho os confrontos entre grupos armados e as forças de segurança moçambicanas, obrigaram ao deslocamento de 56.215 pessoas.

 


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