23º Domingo Comum
5 de Setembro de 2004
RITOS INICIAIS
Cântico de entrada: Vinde, prostremo-nos em terra, Az. Oliveira, NRMS 48
Sl 118, 137.124
Antífona de entrada: Vós sois justo, Senhor, e são rectos os vossos julgamentos. Tratai o vosso servo segundo a vossa bondade.
Introdução ao espírito da Celebração
Os homens são muito inclinados em criar ídolos que vão de encontro ao seus interesses. É um engano. Ao contrário o que importa é descobrir o verdadeiro Deus, encontrar princípios e orientações que salvam, assentar a vida em fundamentos sólidos e submeter a própria opinião à vontade de Deus. Só Deus é o Senhor. Só o Senhor é capaz de dar a felicidade. Quando Ele no momento da Ascensão mandou «fazer discípulos», também se referia a cada um de nós. Não estamos a fazer um favor nem a Deus nem à Igreja. Estamos a assumir o dom, uma honra que Deus nos concede.
Saibamos ser dignos desse dom. Vamos dispor a nossa vida para acolher a mensagem eucarística e tirar o melhor proveito desta celebração.
Oração colecta: Senhor nosso Deus, que nos enviastes o Salvador e nos fizestes vossos filhos adoptivos, atendei com paternal bondade as nossas súplicas e concedei que, pela nossa fé em Cristo, alcancemos a verdadeira liberdade e a herança eterna. Por Nosso Senhor...
Liturgia da Palavra
Primeira Leitura
Monição: O livro da Sabedoria vem dar-nos a lição mais ampla que pode ser oferecida. A sabedoria de conhecer a Deus, a sua vontade e a seguir.
Sabedoria 9, 13-19 (gr. 13-18b)
13Qual o homem que pode conhecer os desígnios de Deus? Quem pode sondar as intenções do Senhor? 14Os pensamentos dos mortais são mesquinhos e inseguras as nossas reflexões, 15porque o corpo corruptível deprime a alma e a morada terrestre oprime o espírito que pensa. 16Mal podemos compreender o que está sobre a terra e com dificuldade encontramos o que temos ao alcance da mão. Quem poderá então descobrir o que há nos céus? 17Quem poderá conhecer, Senhor, os vossos desígnios, se Vós não lhe dais a sabedoria e não lhe enviais o vosso espírito santo? 18Deste modo foi corrigido o procedimento dos que estão na terra, os homens aprenderam as coisas que Vos agradam e pela sabedoria foram salvos.
A leitura é o final da 2ª parte do livro da Sabedoria (cap. 6 – 9), em que se põe na boca de Salomão, protótipo do homem sábio, o elogio da sabedoria, terminando com uma longa oração (todo o cap. 9), de que lemos aqui os últimos versículos. A Vulgata latina dividiu o último versículo, o 18, em dois (18 e 19).
13-16 «Qual o homem que pode conhecer…?» O homem, entregue só às forças da sua própria razão, não pode descortinar os desígnios inescrutáveis de Deus, pois o seu espírito está prisioneiro da matéria, na linguagem da antropologia filosófica grega aqui adoptada: o corpo concebido como a morada terrestre do espírito (v. 15).
17-18 «A sabedoria, o santo espírito» é um dom divino para se poder pensar e proceder segundo o pensamento e a vontade de Deus. A história da salvação documenta o bem que é ser guiado pela sabedoria divina e o mal que é viver privado dela (cf. capítulos finais do livro da Sabedoria: 10 – 19).
Salmo Responsorial Sl 89 (90), 3-6.12-14.17 (R. 1)
Monição: O salmista proclama a infinita e permanente protecção de Deus e uma grande confiança no Senhor
Refrão: Senhor, tendes sido o nosso refúgio
através das gerações.
Vós reduzis o homem ao pó da terra
e dizeis: «Voltai, filhos de Adão».
Mil anos a vossos olhos são como o dia de ontem que passou
e como uma vigília da noite.
Vós os arrebatais como um sonho,
como a erva que de manhã reverdece;
de manhã floresce e viceja,
à tarde ela murcha e seca.
Ensinai-nos a contar os nossos dias,
para chegarmos à sabedoria do coração.
Voltai, Senhor! Até quando...
Tende piedade dos vossos servos.
Saciai-nos desde a manhã com a vossa bondade,
para nos alegrarmos e exultarmos todos os dias.
Desça sobre nós a graça do Senhor nosso Deus.
Confirmai, Senhor, a obra das nossas mãos.
Segunda Leitura
Monição: O amor terno por um discípulo apela á generosidade. É de corações grandes e generosos que o mundo precisa.
Filémon 9b-10.12-17
Caríssimo: 9bEu, Paulo, prisioneiro por amor de Cristo Jesus, 10rogo-te por este meu filho, Onésimo, que eu gerei na prisão. 12Mando-o de volta para ti, como se fosse o meu próprio coração. 13Quisera conservá-lo junto de mim, para que me servisse, em teu lugar, enquanto estou preso por causa do Evangelho. 14Mas, sem o teu consentimento, nada quis fazer, para que a tua boa acção não parecesse forçada, mas feita de livre vontade. 15Talvez ele se tenha afastado de ti durante algum tempo, a fim de o recuperares para sempre, 16não já como escravo, mas muito melhor do que escravo: como irmão muito querido. É isto que ele é para mim e muito mais para ti, não só pela natureza, mas também aos olhos do Senhor. 17Se me consideras teu amigo, recebe-o como a mim próprio.
9 A tradução portuguesa suprimiu o adjectivo «velho», com que Paulo se classifica. Trata-se de uma velhice relativa, pois uns 25 anos antes, quando do martírio de Estêvão, é chamado «jovem» (Act 7, 58). Agora, no seu primeiro cativeiro romano (60-62), S. Paulo deveria ter entre 50 e 60 anos de idade.
10 Onésimo, um escravo fugitivo de Filémon, cristão abastado de Colossos, a quem S. Paulo baptizou em Roma durante o cativeiro em regime de «custódia líbera», isto é, à solta, mas sempre vigiado por um soldado que se revezava trazendo o seu braço direito atado ao braço esquerdo dele. É por isso que é chamado «este meu filho que gerei na prisão». Onésimo em grego significa proveitoso, útil; S. Paulo brinca com um trocadilho (no v. 11 que não aparece na leitura): «ele outrora foi inútil para ti (porque fugitivo), mas agora é útil para ti e para mim». Toda a carta está repassada da fina sensibilidade do coração de Paulo e onde não falta até o bom humor.
17-17 «A fim de o recuperares para sempre, não já como escravo, mas... como irmão muito querido». S. Paulo envia a Filémon o escravo fugitivo, tornado agora um irmão, não só pela sua condição de homem - pela natureza - mas também pelo Baptismo - aos olhos do Senhor. Não é para ninguém estranhar que S. Paulo tenha transigido com a estrutura social da escravatura, remetendo um escravo fugitivo ao seu dono, embora com um cartão de recomendação. Abolir de chofre esta instituição era impossível e o objectivo da missão apostólica não era a revolução social, mas pôr no coração de todos os homens a doutrina e o amor de Cristo, que, quando vividos, são o fermento de renovação da própria sociedade e das suas estruturas.
Aclamação ao Evangelho Sl 118 (119), 135
Monição: A caridade manifesta-se no apostolado e o caminho para a praticar é indicado pelo Senhor, nosso Deus.
Aleluia
Fazei brilhar sobre mim, Senhor, a luz do vosso rosto
e ensinai-me os vossos mandamentos.
Cântico: Aclamação – 3, F. da Silva, NRMS 50-51
Evangelho
São Lucas 14, 25-33
Naquele tempo, 25seguia Jesus uma grande multidão. Jesus voltou-Se e disse-lhes: 26«Se alguém vem ter comigo, sem Me preferir ao pai, à mãe, à esposa, aos filhos, aos irmãos, às irmãs e até à própria vida, não pode ser meu discípulo. 27Quem não toma a sua cruz para Me seguir, não pode ser meu discípulo. 28Quem de vós, que, desejando construir uma torre, não se senta primeiro a calcular a despesa, para ver se tem com que terminá-la? 29Não suceda que, depois de assentar os alicerces, se mostre incapaz de a concluir e todos os que olharem comecem a fazer troça, dizendo: 30‘Esse homem começou a edificar, mas não foi capaz de concluir’. 31E qual é o rei que parte para a guerra contra outro rei e não se senta primeiro a considerar se é capaz de se opor, com dez mil soldados, àquele que vem contra ele com vinte mil? 32Aliás, enquanto o outro ainda está longe, manda-lhe uma delegação a pedir as condições de paz. 33Assim, quem de entre vós não renunciar a todos os seus bens, não pode ser meu discípulo».
26.27.33 «Não pode ser meu discípulo». As exigências de Jesus são-nos aqui propostas sem rodeios e em toda a sua crueza e vigor. S. Lucas é o evangelista que mais acentua não só a bondade de Cristo, mas também as suas exigências.
26 «Sem me preferir ao pai...» Esta tradução pretende evitar o chocante idiotismo hebraico, «odiar o pai…», que, mais do que uma força da expressão, é uma forma expressiva, muito ao estilo de Jesus, para chamar a atenção para algo muito importante, de modo a que o ensino fique bem gravado para sempre na memória dos ouvintes. É que seguir a Jesus como seu discípulo não admite meias tintas, concessões ou contemporizações de qualquer espécie: Jesus exige um amor acima de tudo, que só Deus pode exigir. Aqui «odiar» poderia traduzir-se por «estar disposto a renunciar ao amor»; Jesus não revoga o 4º mandamento da Lei de Deus, mas situa-o na justa escala de valores, como se lê em Mt 10, 37: «quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim não é digno de Mim». Numa palavra, para seguir a Jesus é preciso estar disposto a sacrificar os afectos humanos mais nobres.
28-32 Estas duas parábolas demonstram graficamente que seguir a Jesus sem abraçar a sua cruz é afadigar-se a trabalhar para um saco roto: é deitar a perder tudo o que uma pessoa se propôs com o seguimento de Cristo.
33 «Renunciar a todos os seus bens». A radicalidade do seguimento de Cristo tem consequências também no que diz respeito aos bens deste mundo, exige o desprendimento deles. Seguir a Jesus é dizer não à mediocridade, a aurea mediocritas dos romanos, exaltada pelo poeta Horácio.
Sugestões para a homilia
Os desígnios de Deus
Seguir Jesus
Um coração desprendido
A cruz do discípulo
Os desígnios de Deus
Desígnios de bem estar, de paz e de liberdade. Projectos de defesa de cada vida humana, de justiça e acção permanente contra a opressão e a mentira.
Seguir Jesus é acolher a mensagem que tem origem no próprio Deus, na sua bondade e sabedoria, viver e procurar dar testemunho de quanto Ele disse de Si: «caminho, verdade e vida». A crise do ruído que impede seguir aquele programa pode vencer-se ao criar espaços de silêncio para a contemplação e escuta, com a decisão generosa de fugir a caprichos e comodismos, e tomar a cruz do discípulo.
Seguir Jesus
Se Jesus é verdade e vida, Ele também é luz que ajuda a vencer a confusão e a indiferença de muitos baptizados que têm medo de Jesus, ou receiam as suas exigências, ignorando que a exigência de Cristo é a fonte da maior libertação e do maior encanto. O nosso encontro vivo com Nosso Senhor, a que a celebração eucarística dá forma, é motivo de alegria, de transfiguração, de novo entusiasmo por encontrar o tesouro que é Ele mesmo, a nossa riqueza.
A coragem do cristão é um sinal de força e de vida e promessa de recompensa muito maior do que os sacrifícios exigidos. Sentir-se chamado a seguir Jesus é uma graça que nenhum baptizado pode desprezar. Mais do que isso. É o momento de se interrogar: e como fazê-lo?
O bem estar que se procura não pode impedir a fidelidade da adesão ao Senhor que nos possui, para transformar a vida pessoal, e com ela transformar a história do nosso tempo. A revolução cristã não provoca vítimas. É a fonte da vida e da riqueza para todos, para a sociedade, para o nosso mundo. Como diz o Catecismo da Igreja Católica (294/299): O mundo foi criado para glória de Deus… a Criação destina-se e orienta-se para o homem, imagem de Deus, chamado a uma relação pessoal com Deus».
Um coração desprendido
Um coração desprendido é um coração comprometido com o Senhor para a renovação da vida pessoal e comunitária. Muitos que têm responsabilidade na direcção e no bem estar da sociedade civil dos tempos de hoje, são homens e mulheres que, presentes no coração do mundo, não podem esquecer os desígnios divinos.
Esta é a dimensão profética dos leigos em todos os estádios da sua relação com a Igreja, não um clube à parte, mas plenamente inseridos na sociedade donde emergem. O Concílio (LG 31) recorda o papel dos leigos quando lhes recomenda «procurar o sinal de Deus, tratando das coisas temporais e orientando-as em conformidade com Deus».
Este pensamento vem lembrar-nos as contradições com que deparamos quando se fazem leis ou tomam decisões que esquecem os desígnios de Deus na unidade fundamental da família constituída pelo matrimónio cristão, quando se divulgam sem qualquer recato perversões morais e escândalos e se esquece o direito á vida, ao bom nome, e se publicita gratuitamente a desordem e os comportamentos incoerentes do ser humano.
A cruz do discípulo
Fica mais sobrecarregado aquele que julga fugir à cruz com a vida de ilusórias facilidades em comportamentos egoístas e violências, muitas vezes contra vidas inocentes, os próprios filhos abandonados num matrimónio falhado. Quantos cristãos sem modelos, arrastam o peso tremendo do remorso, a psicose do mal estar, o sem sentido da vida, o drama da exclusão social porque esqueceram os desígnios de Deus e rejeitaram a cruz. O nosso ideal é Cristo. As suas exigências são favores, o seu seguimento é a felicidade. Ele é o caminho.
Sem conselho, sem família, sem cruz – a cruz de Cristo que redime e salva – o homem entregue aos seus caprichos e paixões mais degradantes torna-se um criminoso, pedra de escândalo e agente destruidor da felicidade que todos procuram.
Queres ser feliz? Contempla os desígnios de Deus, renova os desejos mais íntimos do coração, segue Jesus.
Oração Universal
Reunidos na fé para celebrar os mistérios de Deus
e conscientes das nossas fraquezas, peçamos o auxílio divino
para os nossos projectos apostólicos e
para as necessidades do mundo e da Igreja.
1. Pela Igreja dispersa por todo o mundo,
para que retome os princípios mais sagrados
do ardor apostólico dos santos,
oremos, irmãos.
2. Pela sociedade civil
para que procure o progresso e a paz,
sempre orientada pelos valores evangélicos,
oremos, irmãos.
3. Pelas famílias cristãs
para que sejam jardim de virtudes onde germinem
e se amparem as vocações sacerdotais e religiosas,
e escola de educação do amor e da fé,
oremos, irmãos.
4. Pelos jovens, esperança do mundo e futuro da vida,
para que sejam construtores de uma sociedade melhor,
oremos, irmãos.
5. Pelos idosos e doentes
para que recebam de todos a estima e compreensão
e de Cristo o auxílio e conforto para carregar a cruz do seu sofrimento,
oremos, irmãos.
6. Pelos membros desta assembleia
para que sintam sempre mais
o auxílio divino na sua vida,
oremos, irmãos.
7. Pelos nossos irmãos falecidos,
para que recebam o prémio das suas boas obras
e vivam junto Deus a felicidade eterna,
oremos, irmãos.
Deus Omnipotente e eterno atendei as preces que vos dirigimos por toda a Igreja
e concedei-nos a graça de sermos fiéis ao vosso desígnio de salvação,
por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
Liturgia Eucarística
Cântico do ofertório: O pão e o vinho que vos trazemos, B. Salgado, NRMS 12 (I)
Oração sobre as oblatas: Senhor nosso Deus, fonte da verdadeira devoção e da paz, fazei que esta oblação Vos glorifique dignamente e que a nossa participação nos sagrados mistérios reforce os laços da nossa unidade. Por Nosso Senhor...
Santo: F. dos Santos, NCT 201
Monição da Comunhão
A misericórdia de Deus é maior que o nosso pecado. Mesmo perante a recusa dos homens para acolher Jesus e a sua Boa Nova, a Igreja continua a celebrar a liturgia da salvação.
Cântico da Comunhão: Se vos amardes uns aos outros, F. da Silva, NRMS 22
Sl 41, 2-3
Antífona da comunhão: Como suspira o veado pela corrente das águas, assim minha alma suspira por Vós, Senhor. A minha alma tem sede do Deus vivo.
Ou: Jo 8, 12
Eu sou a luz do mundo, diz o Senhor; quem Me segue não anda nas trevas, mas terá a luz da vida.
Cântico de acção de graças: Quanta alegria é para mim, H. Faria, NRMS 18
Oração depois da comunhão: Senhor, que nos alimentais e fortaleceis à mesa da palavra e do pão da vida, fazei que recebamos de tal modo estes dons do Vosso Filho que mereçamos participar da sua vida imortal. Por Nosso Senhor...
Ritos Finais
Monição final
O propósito que hoje podemos levar desta eucaristia, é aceitar Jesus como o Mestre divino e voltar constantemente aos seus ensinamentos e à renovação dos nossos compromissos com a Igreja e com o próprio Cristo.
Cântico final: Queremos ser construtores, Az. Oliveira, NRMS 35
Homilias Feriais
23ª SEMANA
2ª feira, 6-IX: Um novo modo de ser e actuar.
1 Cor 5, 1-8 / Lc 6, 6-11
Então, olhou-os a todos em redor e disse ao homem: Estende a mão. Ele assim fez, e a mão ficou-lhe curada.
Perante os nossos problemas e obstáculos, que nos parecem difíceis de ultrapassar, o Senhor pede-nos igualmente que façamos o esforço de estender a mão (cf. Ev.), quer dizer, que nos empenhemos um pouco mais e que tenhamos muita fé n’Ele, pois para Deus nada é impossível.
A fé cristã levará a uma reforma da nossa própria vida, a uma novo modo de ser e de actuar: «Celebremos a festa, não com o fermento velho, nem como o fermento da malícia e perversidade, mas com pães ázimos de pureza e de verdade» (Leit.).
3ª feira, 7-IX: Uma transformação espiritual.
1 Cor 6, 1-11 / Lc 6, 12-19
Mas fostes purificados, fostes santificados, fostes justificados pelo nome do Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito do nosso Deus.
A vida de muitos Coríntios era moralmente má, mas transformou-se graças à acção do Espírito Santo (cf. Leit.): «Curando as nossas feridas do pecado, o Espírito Santo renova-nos interiormente por uma transformação espiritual, ilumina-nos e fortalece-nos para vivermos como filhos da luz, em toda a espécie de bondade, justiça e verdade» (CIC, 1695).
Do mesmo modo, Jesus escolhe 12 entre os seus discípulos, cura todos os que lhe apresentam (cf. Ev.). Há igualmente muitas transformações espirituais. Recebemos essa ajuda se fizermos um esforço de nos aproximarmos mais d’Ele: «Toda a multidão procurava tocar-lhe» (Ev.).
Celebração e Homilia: José Valentim Pereira Vilar
Nota Exegética: Geraldo Morujão
Homilias Feriais: Nuno Romão
Sugestão Musical: Duarte Nuno Rocha